O mundo gospel se torna cada dia mais patético: distante do
protestantismo, em rota de colisão com o cristianismo apostólico,
transformado numa gozação perigosa, adoecendo e enlouquecendo milhares
que são moídos numa engrenagem que condena a um duplo inferno.
Não
consigo responder a todas as mensagens que entopem minha caixa postal.
Milhares pedem socorro. Eu precisaria ter uma equipe de especialistas,
todos me ajudando a atender os que me perguntam: "A maldição do pastor
vai pegar mesmo?", "É preciso aceitar as patadas que recebo do
púlpito?", "Em nome da evangelização devo aturar esses sermões ralos?".
Realmente
não dá mais. A grande mídia propaga o que há de pior entre os
evangélicos como petição de dinheiro, venda de "Bíblias fantásticas",
milagres no atacado e simplismos hermenêuticos. As bobagens alcançaram
níveis intoleráveis.
O que fazer? Tenho algumas idéias.
Aconselho
que os crentes parem de consumir produtos evangélicos por um tempo. Não
compre Cd de música ou de pregação -- inclusive os meus. Deixe os
livros evangélicos encalharem nas prateleiras -- idem, para os meus.
Depois que baixar a poeira do prejuízo, ficará notória a diferença entre
os que fazem missão e os que só negociam.
Não vá a congressos
-- inclusive o que eu promovo. Passe ao largo dos "louvorzões". Não
sintonize o rádio. Boicote todos os programas na televisão. Não comente,
nem critique, a pregação de pastores, bispos, evangelistas e apóstolos.
Afaste-se! Silencie! Desintoxique mente, alma e espírito de linguagem,
pressupostos e lógicas da "teologia da prosperidade". Volte a ler a
Bíblia sem nenhum comentário de rodapé. Alimente seu interior em
pequenos grupos. Reúna-se com gente de bom senso.
Estanque seus
dízimos e ofertas imediatamente. Repense com absoluta isenção onde vai
dar dinheiro. Mas prepare-se; no instante em que diminuírem as entradas,
os lobos vestidos de pastor subirão o tom das intimidações. Não tenha
medo.
Faça essa simples auditoria antes de investir o seu suor em qualquer igreja ou ministério:
- Quanto tempo é gasto no culto para pedir dinheiro?
- A hora do ofertório vem acompanhada de uma linguagem com "maldição, gafanhoto ou licença legal para ataques do diabo"?
- Promete-se "prosperidade, colheita abundante, bênção, riqueza" para os que forem fiéis?
-
Existe alguma suspeita na administração dos recursos arrecadados?
(Lembre-se que há dois níveis de integridade: o ético e o contábil. Não
basta manter os livros em ordem; o dinheiro também só pode ser gasto no
que foi arrecadado.)
Se a resposta para alguma dessas perguntas for sim, ninguém deve se sentir culpado quando não der oferta.
Só
haverá arrependimento no dia em que os auditórios se esvaziarem junto
com uma crise financeira. O monumental ufanismo evangélico precisa
deflacionar.
Concordo, ninguém agüenta o jeito como as coisas estão.
Soli Deo Gloria.
• Ricardo Gondim é pastor da Assembléia de Deus Betesda no Brasil e mora em São Paulo. É autor de, entre outros, O Que os Evangélicos (Não) Falam e Eu Creio, mas Tenho Dúvidas — a graça de Deus e nossas frágeis certezas.
www.ricardogondim.com.br
NOSSA MISSÃO: “Anunciar o Evangelho do Senhor Jesus à todos, transformando-os em soldados de Cristo, através de Sua Palavra.”
Versículo do Dia
Versículo do Dia Por Gospel+ - Biblia Online
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Sacerdotes, Uber e Reforma Protestante
Estamos vivendo em um momento que pode ser chamado de uberização da
sociedade. A palavra não é reconhecida como expressão válida da língua
portuguesa pelo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), mas
tem sido amplamente usada para descrever um novo conceito de fazer
negócios que conecta consumidores com produtores de bens ou prestadores
de serviços de forma mais rápida e sem intermediários. O termo é uma
alusão ao mais conhecido aplicativo para conectar pessoas a
proprietários de automóveis que oferecem transporte alternativo aos
convencionais. Apesar de ser o mais polêmico, o Uber não é o único
aplicativo do gênero e nem o transporte urbano é o único setor atingido
por essa transformação. Isso tem reflexos em diversas áreas
profissionais e é um caminho sem volta. As pessoas estão se aproximando
do que precisam por meio desses aplicativos sem os caminhos
convencionais.
Naturalmente isso tem reflexos na igreja e na nossa fé. Talvez o fenômeno em si não seja novo. A sociedade já passou por transformações semelhantes. Mesmo a igreja já passou por isso. Em certo sentido, e guardada as devidas proporções, quando Martinho Lutero desencadeou a Reforma Protestante – que esse ano completa 500 anos –, ele abriu caminho para a leitura da Bíblia, a confissão de pecados, o recebimento da graça divina, de certo modo, sem a mediação da instituição religiosa que monopolizava o perdão.
Ironicamente, em alguns setores do cenário evangélico brasileiro, vivemos um processo de sacerdotatização da fé. Indivíduos são levados a crer que seu líder, pastor, bispo ou apóstolo são os que ‘dão cobertura espiritual’ para o crente e que o bem estar do crente depende do grau de espiritualidade de seu líder. Sem essa cobertura o crente fica sujeito a ataques do inimigo. Nos meios tradicionais essa sacerdotatização se expressa na institucionalização das práticas da fé de modo que qualquer experiência fora da prática daquela denominação ou comunidade é tida como herética. Qualquer experiência que não expresse a essência doutrinária da igreja deve ser repelida.
Isso tem levado a um abuso religioso comparável ao que a igreja medieval fazia com os fiéis. Dizer nesses casos que Jesus é o único mediador entre nós e o Pai soa heresia e rebeldia contra o ‘servo ungido’ do Senhor ou contra a doutrina e instituição eclesiástica. Nessas situações a uberização da fé é bem vinda. Precisamos relembrar e reafirmar os principais postulados da Reforma que rompe com a mediação da instituição religiosa e proclama a mediação única de Jesus Cristo, o único que pode oferecer expiação, que literalmente significa ‘cobertura’ espiritual para o crente.
É preciso fazer valer a essência do evangelho e do reino de Deus. O discípulo de Jesus vive em comunhão com Deus e com seu povo, porém, não de forma opressora e que o afaste de Deus e da comunidade. Precisamos de comunidades que exaltem a primazia de Cristo como nosso sumo sacerdote.
Pastor presbiteriano, doutor em Antigo Testamento e diretor acadêmico da Faculdade Teológica Sul-Americana, em Londrina (PR).
Naturalmente isso tem reflexos na igreja e na nossa fé. Talvez o fenômeno em si não seja novo. A sociedade já passou por transformações semelhantes. Mesmo a igreja já passou por isso. Em certo sentido, e guardada as devidas proporções, quando Martinho Lutero desencadeou a Reforma Protestante – que esse ano completa 500 anos –, ele abriu caminho para a leitura da Bíblia, a confissão de pecados, o recebimento da graça divina, de certo modo, sem a mediação da instituição religiosa que monopolizava o perdão.
Ironicamente, em alguns setores do cenário evangélico brasileiro, vivemos um processo de sacerdotatização da fé. Indivíduos são levados a crer que seu líder, pastor, bispo ou apóstolo são os que ‘dão cobertura espiritual’ para o crente e que o bem estar do crente depende do grau de espiritualidade de seu líder. Sem essa cobertura o crente fica sujeito a ataques do inimigo. Nos meios tradicionais essa sacerdotatização se expressa na institucionalização das práticas da fé de modo que qualquer experiência fora da prática daquela denominação ou comunidade é tida como herética. Qualquer experiência que não expresse a essência doutrinária da igreja deve ser repelida.
Isso tem levado a um abuso religioso comparável ao que a igreja medieval fazia com os fiéis. Dizer nesses casos que Jesus é o único mediador entre nós e o Pai soa heresia e rebeldia contra o ‘servo ungido’ do Senhor ou contra a doutrina e instituição eclesiástica. Nessas situações a uberização da fé é bem vinda. Precisamos relembrar e reafirmar os principais postulados da Reforma que rompe com a mediação da instituição religiosa e proclama a mediação única de Jesus Cristo, o único que pode oferecer expiação, que literalmente significa ‘cobertura’ espiritual para o crente.
É preciso fazer valer a essência do evangelho e do reino de Deus. O discípulo de Jesus vive em comunhão com Deus e com seu povo, porém, não de forma opressora e que o afaste de Deus e da comunidade. Precisamos de comunidades que exaltem a primazia de Cristo como nosso sumo sacerdote.
Pastor presbiteriano, doutor em Antigo Testamento e diretor acadêmico da Faculdade Teológica Sul-Americana, em Londrina (PR).
domingo, 15 de janeiro de 2017
Não perca o foco, concentre-se no que é mais importante
A vida é feita de escolhas. A todo
momento estamos tomando decisões. Algumas delas positivas, outras
negativas. Algumas nos impulsionarão, outras nos puxarão para trás. Há
escolhas acertadas e escolhas insensatas. Há lutas que merecem nosso
empenho; outras que drenam nossas forças. Há batalhas dignas de serem
travadas; outras que tiram o nosso foco. Destacaremos aqui, alguns
pontos:
Em primeiro lugar, não olhe pelas lentes do retrovisor; olhe para frente. O apóstolo Paulo diz que precisamos esquecer as coisas que para trás ficaram, para podermos avançar para aquelas que diante de nós estão. Se ficarmos sempre olhando pelas lentes do retrovisor, presos ao passado, não sairemos do lugar. Para avançarmos, precisamos nos desvencilhar de todo peso e amarras. Um corredor não pode ter bom desempenho com uma mochila pesada em suas costas. Há pesos que prendem nossos pés ao chão. Há amarras emocionais que nos impedem de caminhar vitoriosamente. Há pendências que adoecem nossa alma e tiram-nos o entusiasmo de viver. Não permita, portanto, que sua alegria seja roubada. Não consinta que sua alma fique presa no cipoal da amargura. Não coloque seus pés no laço do ressentimento. Não entregue sua mente aos devaneios e perturbações. Não terceirize seus sentimentos. Mantenha-se focado no que Deus chamou você para fazer.
Em segundo lugar, não discuta com os críticos, vença os seus gigantes. Quando Davi foi levar provisão para seus três irmãos mais velhos que estavam no campo de batalha contra os filisteus, tomou conhecimento da afronta que Golias impunha aos soldados de Israel. O jovem pastor, corajosamente, se dispôs a enfrentar o gigante. Seu irmão mais velho, Eliabe, irritou-se com Davi. Humilhou-o diante dos soldados de Saul. Tentou achatar sua estima e reduzi-lo à insignificância. Eliabe queria tirar o foco de Davi, mas Davi não o permitiu. Davi não gastou seu tempo nem suas energias com o irmão crítico. Ele tinha uma causa para lutar. Ele tinha um gigante a vencer. Ele tinha um opróbrio a ser tirado de Israel. Ele tinha uma guerra a ser vencida. Se você escutar seus críticos, você perderá a alegria, a paz, o sono, o apetite, o foco.
Em terceiro lugar, não discuta com os inimigos da obra, trabalhe com maior entusiasmo. Quando Neemias chegou em Jerusalém, a cidade já estava há mais de cento e vinte anos debaixo de escombros. O desânimo do povo era imenso. A oposição dos inimigos era esmagadora. A restauração parecia impossível. Neemias, porém, orou a Deus e agiu. Avaliou a situação e convocou o povo ao trabalho. Dispôs o povo nas funções certas, nos lugares certos, com a motivação certa. Os inimigos se levantaram para paralisar a obra. Usaram as mais diferentes armas para atingir Neemias, para enfraquecer o povo e para deter a reforma. Neemias, porém, enfrentou todos os ataques com oração e trabalho. Suportou todos os ataques e críticas com firmeza pétrea. Instou o povo a trabalhar e a vigiar. Quando todos os esforços dos inimigos foram baldados, tentaram a cartada do diálogo. Chamaram Neemias para assentar-se ao redor de uma mesa, mas ele disse: “Eu estou fazendo uma grande obra e não posso descer”. Neemias não perdeu o foco. Ele sabia que a distração podia ser fatal. Ele sabia que a obra de Deus não é para ser discutida, mas para ser realizada.
Em quarto lugar, não discuta a obra, faça a obra enquanto é tempo. Quando Jesus desceu do monte de transfiguração, havia um pai aflito, com um filho endemoninhado precisando de libertação. O pai já havia apresentado seu filho aos discípulos de Jesus, mas eles não puderam curá-lo. Em vez dos discípulos estarem comprometidos com uma agenda positiva de oração e ação, estavam discutindo com os escribas. Em vez de estarem fazendo a obra, estavam discutindo a obra. Em vez de estarem orando e jejuando, buscando poder para fazer a obra, estavam discutindo com os opositores da obra. Na verdade, os discípulos perderam o foco, gastando o tempo com uma discussão infrutífera. Ainda hoje, corremos o risco de perdemos nosso tempo com uma agenda que nada produz para o reino de Deus. Ainda hoje corremos o risco de gastarmos nosso tempo discutindo a obra, em vez de investirmos nosso tempo fazendo a obra. Não perca o foco, concentre-se naquilo que é importante!
Rev. Hernandes Dias Lopes
Em primeiro lugar, não olhe pelas lentes do retrovisor; olhe para frente. O apóstolo Paulo diz que precisamos esquecer as coisas que para trás ficaram, para podermos avançar para aquelas que diante de nós estão. Se ficarmos sempre olhando pelas lentes do retrovisor, presos ao passado, não sairemos do lugar. Para avançarmos, precisamos nos desvencilhar de todo peso e amarras. Um corredor não pode ter bom desempenho com uma mochila pesada em suas costas. Há pesos que prendem nossos pés ao chão. Há amarras emocionais que nos impedem de caminhar vitoriosamente. Há pendências que adoecem nossa alma e tiram-nos o entusiasmo de viver. Não permita, portanto, que sua alegria seja roubada. Não consinta que sua alma fique presa no cipoal da amargura. Não coloque seus pés no laço do ressentimento. Não entregue sua mente aos devaneios e perturbações. Não terceirize seus sentimentos. Mantenha-se focado no que Deus chamou você para fazer.
Em segundo lugar, não discuta com os críticos, vença os seus gigantes. Quando Davi foi levar provisão para seus três irmãos mais velhos que estavam no campo de batalha contra os filisteus, tomou conhecimento da afronta que Golias impunha aos soldados de Israel. O jovem pastor, corajosamente, se dispôs a enfrentar o gigante. Seu irmão mais velho, Eliabe, irritou-se com Davi. Humilhou-o diante dos soldados de Saul. Tentou achatar sua estima e reduzi-lo à insignificância. Eliabe queria tirar o foco de Davi, mas Davi não o permitiu. Davi não gastou seu tempo nem suas energias com o irmão crítico. Ele tinha uma causa para lutar. Ele tinha um gigante a vencer. Ele tinha um opróbrio a ser tirado de Israel. Ele tinha uma guerra a ser vencida. Se você escutar seus críticos, você perderá a alegria, a paz, o sono, o apetite, o foco.
Em terceiro lugar, não discuta com os inimigos da obra, trabalhe com maior entusiasmo. Quando Neemias chegou em Jerusalém, a cidade já estava há mais de cento e vinte anos debaixo de escombros. O desânimo do povo era imenso. A oposição dos inimigos era esmagadora. A restauração parecia impossível. Neemias, porém, orou a Deus e agiu. Avaliou a situação e convocou o povo ao trabalho. Dispôs o povo nas funções certas, nos lugares certos, com a motivação certa. Os inimigos se levantaram para paralisar a obra. Usaram as mais diferentes armas para atingir Neemias, para enfraquecer o povo e para deter a reforma. Neemias, porém, enfrentou todos os ataques com oração e trabalho. Suportou todos os ataques e críticas com firmeza pétrea. Instou o povo a trabalhar e a vigiar. Quando todos os esforços dos inimigos foram baldados, tentaram a cartada do diálogo. Chamaram Neemias para assentar-se ao redor de uma mesa, mas ele disse: “Eu estou fazendo uma grande obra e não posso descer”. Neemias não perdeu o foco. Ele sabia que a distração podia ser fatal. Ele sabia que a obra de Deus não é para ser discutida, mas para ser realizada.
Em quarto lugar, não discuta a obra, faça a obra enquanto é tempo. Quando Jesus desceu do monte de transfiguração, havia um pai aflito, com um filho endemoninhado precisando de libertação. O pai já havia apresentado seu filho aos discípulos de Jesus, mas eles não puderam curá-lo. Em vez dos discípulos estarem comprometidos com uma agenda positiva de oração e ação, estavam discutindo com os escribas. Em vez de estarem fazendo a obra, estavam discutindo a obra. Em vez de estarem orando e jejuando, buscando poder para fazer a obra, estavam discutindo com os opositores da obra. Na verdade, os discípulos perderam o foco, gastando o tempo com uma discussão infrutífera. Ainda hoje, corremos o risco de perdemos nosso tempo com uma agenda que nada produz para o reino de Deus. Ainda hoje corremos o risco de gastarmos nosso tempo discutindo a obra, em vez de investirmos nosso tempo fazendo a obra. Não perca o foco, concentre-se naquilo que é importante!
Rev. Hernandes Dias Lopes
sábado, 14 de janeiro de 2017
O desafio da transmissão da fé
Duas pesquisas feitas há pouco tempo, uma nos Estados Unidos e a outra
no Canadá, mostram que entre 60 a 70% dos jovens que cresceram na igreja
se afastam da fé e da instituição religiosa no início da fase adulta, e
metade deles não reconhecem a tradição religiosa em que foram criados,
considerando-se ateus ou agnósticos. As razões para o abandono da fé e
da igreja são várias e, de certa forma, complexas.
Muitos jovens entrevistados admitiram que, em algum momento, começam a questionar o significado da fé e da Igreja. Isso deve nos levar a refletir sobre a credibilidade da fé cristã. Estudiosos definem a secularização como o processo por meio do qual as instituições religiosas, bem como o pensamento religioso perdem sua relevância social. Porém, antes de perder a relevância social, perde-se a relevância pessoal da fé. A pergunta que devemos nos fazer é: “Quão pessoal é nossa fé?”. Se os cristãos conseguirem reconquistar o valor pessoal da fé, decerto reconquistarão sua credibilidade.
Não basta termos instituições sofisticadas, dinâmicas e funcionais, precisamos de mais que isso. Precisamos de uma fé viva, de corações aquecidos pela verdade do evangelho, da alegria de Cristo que se expressa na serenidade e segurança de um relacionamento pessoal e profundo com Deus. Precisamos também da transcendência que nos leva a olhar para além do nosso mundo reduzido e limitado.
Diante do desafio de transmitir a fé para novas gerações, precisamos considerar com seriedade três dimensões que demonstram a natureza pessoal de nossa fé em Cristo. A primeira é a necessidade de sermos intelectualmente íntegros. Os cristãos têm o compromisso de argumentar e falar em favor da verdade. Muitos jovens abandonam a fé porque encontram respostas evasivas aos grandes questionamentos, o que os leva a uma crise de confiança. O compromisso com a integridade intelectual exige de nós uma mente cristã e a disposição de pensar, de forma honesta, com nossos jovens, sobre qualquer assunto que envolva sua fé em Cristo.
A segunda é a necessidade de sermos moralmente íntegros. A fé cristã requer de nós uma coragem moral como expressão do caráter transformado que experimentamos em Cristo. Os escândalos envolvendo líderes cristãos, o moralismo de uns e o silêncio de outros nos grandes temas éticos e morais, têm provocado nas novas gerações um enorme descrédito em relação ao significado da fé.
A terceira é a necessidade de sermos espiritualmente íntegros. A fé cristã é um chamado para nos relacionarmos com a Trindade -- Pai, Filho e Espírito Santo. O convite de Jesus para segui-lo envolve estar com ele e não somente aprender com ele. Não podemos viver constantemente agitados e inquietos, uma vez que a justificação é um presente da graça de Deus a nós. Muitos jovens abandonam a fé porque se cansam do pragmatismo agitado, que não os inspira a uma vida de devoção. A prática da oração e da meditação e expressiva na vida daqueles que amam a Deus de todo o coração e alma.
A fé no Deus vivo da Bíblia, no Deus de nossos pais, só pode ser abraçada num relacionamento pessoal e íntegro com ele. A transmissão da fé se dá de coração para coração. É lamentável que muitos jovens estejam abandonando a fé por causa da hipocrisia de seus líderes, da superficialidade consumista de seus pais, do pragmatismo tecnológico de suas igrejas, da ausência de respostas honestas a seus dilemas e dúvidas. O sábio diz que “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv 29.18). Sem uma visão clara de quem somos e para onde desejamos ir, sem a consciência de que somos um povo peregrino em terra estranha, caminhando em direção à terra que Deus nos prometeu, seremos facilmente absorvidos pela cultura que nega seu passado e não tem proposta alguma para o futuro.
Nota: Texto publicado originalmente na edição 362 da revista Ultimato.
Pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília (DF). É autor de A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja, "Janelas para a Vida" e "O Caminho do Coração".
Muitos jovens entrevistados admitiram que, em algum momento, começam a questionar o significado da fé e da Igreja. Isso deve nos levar a refletir sobre a credibilidade da fé cristã. Estudiosos definem a secularização como o processo por meio do qual as instituições religiosas, bem como o pensamento religioso perdem sua relevância social. Porém, antes de perder a relevância social, perde-se a relevância pessoal da fé. A pergunta que devemos nos fazer é: “Quão pessoal é nossa fé?”. Se os cristãos conseguirem reconquistar o valor pessoal da fé, decerto reconquistarão sua credibilidade.
Não basta termos instituições sofisticadas, dinâmicas e funcionais, precisamos de mais que isso. Precisamos de uma fé viva, de corações aquecidos pela verdade do evangelho, da alegria de Cristo que se expressa na serenidade e segurança de um relacionamento pessoal e profundo com Deus. Precisamos também da transcendência que nos leva a olhar para além do nosso mundo reduzido e limitado.
Diante do desafio de transmitir a fé para novas gerações, precisamos considerar com seriedade três dimensões que demonstram a natureza pessoal de nossa fé em Cristo. A primeira é a necessidade de sermos intelectualmente íntegros. Os cristãos têm o compromisso de argumentar e falar em favor da verdade. Muitos jovens abandonam a fé porque encontram respostas evasivas aos grandes questionamentos, o que os leva a uma crise de confiança. O compromisso com a integridade intelectual exige de nós uma mente cristã e a disposição de pensar, de forma honesta, com nossos jovens, sobre qualquer assunto que envolva sua fé em Cristo.
A segunda é a necessidade de sermos moralmente íntegros. A fé cristã requer de nós uma coragem moral como expressão do caráter transformado que experimentamos em Cristo. Os escândalos envolvendo líderes cristãos, o moralismo de uns e o silêncio de outros nos grandes temas éticos e morais, têm provocado nas novas gerações um enorme descrédito em relação ao significado da fé.
A terceira é a necessidade de sermos espiritualmente íntegros. A fé cristã é um chamado para nos relacionarmos com a Trindade -- Pai, Filho e Espírito Santo. O convite de Jesus para segui-lo envolve estar com ele e não somente aprender com ele. Não podemos viver constantemente agitados e inquietos, uma vez que a justificação é um presente da graça de Deus a nós. Muitos jovens abandonam a fé porque se cansam do pragmatismo agitado, que não os inspira a uma vida de devoção. A prática da oração e da meditação e expressiva na vida daqueles que amam a Deus de todo o coração e alma.
A fé no Deus vivo da Bíblia, no Deus de nossos pais, só pode ser abraçada num relacionamento pessoal e íntegro com ele. A transmissão da fé se dá de coração para coração. É lamentável que muitos jovens estejam abandonando a fé por causa da hipocrisia de seus líderes, da superficialidade consumista de seus pais, do pragmatismo tecnológico de suas igrejas, da ausência de respostas honestas a seus dilemas e dúvidas. O sábio diz que “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv 29.18). Sem uma visão clara de quem somos e para onde desejamos ir, sem a consciência de que somos um povo peregrino em terra estranha, caminhando em direção à terra que Deus nos prometeu, seremos facilmente absorvidos pela cultura que nega seu passado e não tem proposta alguma para o futuro.
Nota: Texto publicado originalmente na edição 362 da revista Ultimato.
Pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília (DF). É autor de A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja, "Janelas para a Vida" e "O Caminho do Coração".
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
O óbvio e o novo
Dois mil e dezessete chegou. Do ano que passou não poderemos mudar nada
já feito e acabado. Podemos sim aprender com os erros, reconsiderar,
reatar, quem sabe até começar de novo. No entanto, não há como
eximir-nos de nossas responsabilidades, nem neutralizar as consequências
de nossas opções. Algumas marcas hão de acompanhar-nos ainda por muito
tempo. Há, sim, como nos abrirmos ao novo.
Mas, antes do novo vem o óbvio. As previsões e os videntes estão mais em alta do que nunca: “Em 2017: Um casal famoso vai se separar! Um cantor vai morrer! Um grande time vai cair pra segunda divisão! Teremos dias difíceis na economia! Novos escândalos vão sacudir a política nacional e a República! As intempéries da natureza castigarão regiões no Brasil! O mundo estará em guerra...” e por aí vai. Tão óbvias são também as promessas de ano-novo: “Emagrecer, sair do sedentarismo, parar de fumar, dedicar-se mais às coisas de Deus e da espiritualidade, guardar mais dinheiro”, enfim obviedades.
Então, o que há de ser novo em 2017? Não há nada de novo debaixo do sol, diria Salomão no livro de Eclesiastes. Também “não há sabedoria em dizer que os anos do passado são melhores que os atuais” (Ec 7.10). Só há novidade numa vida centrada em Deus e em seu evangelho. Deus nunca envelhece, seus planos nunca saem de moda. Seu amor não muda com a moda e não se incomoda ou influencia com o politicamente correto. Contudo, sendo imutável, Deus permanece tanto um mistério inescrutável quanto uma eterna novidade e uma notícia alvissareira para o homem. Em Deus tudo é sempre novo. Suas misericórdias, por exemplo, se renovam a cada manhã (Lamentações 3.22), Deus tem sempre a proposta de renovação de seus pensamentos de paz e de salvação a nosso respeito. Não há lugar para o desespero porque suas misericórdias se levantam sobre nós com a aurora de cada amanhecer.
E o que dizer do amor de Deus? Este amor nunca morre, jamais se extingue, é eterno, imutável, generoso, gracioso, e ativo agora mesmo: a chuva e o sol, dádivas de Deus, são para todos os homens. Todos plantam, todos colhem, todos são cuidados em amor por este Deus que é amor! Os que centram a sua vida em Deus vivem com as esperanças renovadas. Uma vida à parte da vida de Deus e do evangelho tem sim os seus momentos fugazes de alegria inebriante. Entretanto, como na história das Bodas de Caná no Evangelho de João capítulo 2, quando a vida corre marginal e indiferente à presença de Cristo, as primeiras sensações de alegria e felicidade atingem a vida dos homens; porém, esta alegria não se sustenta. Não dura muito. Não resiste aos reclamos e as exigências de novas sensações. Nada e ninguém conseguem o tempo todo satisfazer-nos, daqui surgem muitas de nossas depressões, frustrações e falta de sentido existencial.
Todavia, uma vida que tem Cristo como eixo e que gira em torno de sua presença pode passar e certamente passará por maus bocados. Entretanto o milagre do vinho melhor, daquele transformado da água, indica sempre que o melhor de Deus é sempre o porvir. Claro, o melhor de Deus foi-nos dado em Cristo e em sua obra. Então, o melhor de Deus surpreende-nos a cada dia, uma bênção sucede uma dádiva que nos prepara para uma graça e sempre numa crescente alegria. E, passados esses dias e esta vida, as bênçãos novas e as novas alegrias continuam na eternidade feliz junto de Deus e com os anjos e santos.
Desejo a você um ano-novo cuja novidade seja uma vida centrada em Deus e na novidade do evangelho da graça.
É ministro da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP) e professor de Teologia Pastoral e Bioética no Seminário Presbiteriano do Sul, de Filosofia na Faculdade Internacional de Teologia Reformada (FITREF) e de História das Missões no Perspectivas Brasil.
Mas, antes do novo vem o óbvio. As previsões e os videntes estão mais em alta do que nunca: “Em 2017: Um casal famoso vai se separar! Um cantor vai morrer! Um grande time vai cair pra segunda divisão! Teremos dias difíceis na economia! Novos escândalos vão sacudir a política nacional e a República! As intempéries da natureza castigarão regiões no Brasil! O mundo estará em guerra...” e por aí vai. Tão óbvias são também as promessas de ano-novo: “Emagrecer, sair do sedentarismo, parar de fumar, dedicar-se mais às coisas de Deus e da espiritualidade, guardar mais dinheiro”, enfim obviedades.
Então, o que há de ser novo em 2017? Não há nada de novo debaixo do sol, diria Salomão no livro de Eclesiastes. Também “não há sabedoria em dizer que os anos do passado são melhores que os atuais” (Ec 7.10). Só há novidade numa vida centrada em Deus e em seu evangelho. Deus nunca envelhece, seus planos nunca saem de moda. Seu amor não muda com a moda e não se incomoda ou influencia com o politicamente correto. Contudo, sendo imutável, Deus permanece tanto um mistério inescrutável quanto uma eterna novidade e uma notícia alvissareira para o homem. Em Deus tudo é sempre novo. Suas misericórdias, por exemplo, se renovam a cada manhã (Lamentações 3.22), Deus tem sempre a proposta de renovação de seus pensamentos de paz e de salvação a nosso respeito. Não há lugar para o desespero porque suas misericórdias se levantam sobre nós com a aurora de cada amanhecer.
E o que dizer do amor de Deus? Este amor nunca morre, jamais se extingue, é eterno, imutável, generoso, gracioso, e ativo agora mesmo: a chuva e o sol, dádivas de Deus, são para todos os homens. Todos plantam, todos colhem, todos são cuidados em amor por este Deus que é amor! Os que centram a sua vida em Deus vivem com as esperanças renovadas. Uma vida à parte da vida de Deus e do evangelho tem sim os seus momentos fugazes de alegria inebriante. Entretanto, como na história das Bodas de Caná no Evangelho de João capítulo 2, quando a vida corre marginal e indiferente à presença de Cristo, as primeiras sensações de alegria e felicidade atingem a vida dos homens; porém, esta alegria não se sustenta. Não dura muito. Não resiste aos reclamos e as exigências de novas sensações. Nada e ninguém conseguem o tempo todo satisfazer-nos, daqui surgem muitas de nossas depressões, frustrações e falta de sentido existencial.
Todavia, uma vida que tem Cristo como eixo e que gira em torno de sua presença pode passar e certamente passará por maus bocados. Entretanto o milagre do vinho melhor, daquele transformado da água, indica sempre que o melhor de Deus é sempre o porvir. Claro, o melhor de Deus foi-nos dado em Cristo e em sua obra. Então, o melhor de Deus surpreende-nos a cada dia, uma bênção sucede uma dádiva que nos prepara para uma graça e sempre numa crescente alegria. E, passados esses dias e esta vida, as bênçãos novas e as novas alegrias continuam na eternidade feliz junto de Deus e com os anjos e santos.
Desejo a você um ano-novo cuja novidade seja uma vida centrada em Deus e na novidade do evangelho da graça.
É ministro da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP) e professor de Teologia Pastoral e Bioética no Seminário Presbiteriano do Sul, de Filosofia na Faculdade Internacional de Teologia Reformada (FITREF) e de História das Missões no Perspectivas Brasil.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Quando o casamento termina: o amor não existia? E, se existia, acabou?

Há também aqueles relacionamentos, que não oficializaram o seu final, continuando, entretanto, numa vida sem amor, sem carinho e, sem respeito um pelo outro. Por consequência, os anos se passam sem comemorações. Comemorar o que? Os anos que se vão atestam uma obrigação sem alegria e, uma frustração sem perspectivas.
Por mais que as situações supracitadas possam identificar-se com milhares de pessoas, sempre haverá a possibilidade de uma retomada. Mudanças poderão acontecer e, mesmo sendo possíveis, nem sempre ocorrem. Nem todos acreditam. Nem todos buscam esta retomada. A decisão de não mais querer o relacionamento não é garantia de felicidade. Mas, o novo começo dará esta garantia? Ficaremos a mercê de estatísticas?
Podemos encontrar pessoas que foram feridas no relacionamento conjugal nos quatro cantos da terra. Cada um poderá justificar sua decisão de separar-se, de não mais querer o relacionamento fracassado, por mais que tenha sido bom no princípio. Não se trata apenas de haver uma pessoa certa e outra errada. Encontramos duas pessoas atingidas por este final.
Por mais que uma retomada seja desacreditada por alguns, torna-se expressão de vitória na vida de outros. Cada um reage de um jeito. A superação nos amadurece mediante as situações mais difíceis. Podemos achar a reconciliação difícil, ou, até mesmo impossível. Ao invés de identificarmos ofensor e ofendido, devemos identificar duas vítimas de um relacionamento que fracassou. Será que nada poderá ser feito? Como as iniciativas poderão ser tomadas?
Como é bom sabermos que uma retomada no casamento pode mudar a vida de tantas pessoas! Quando há esta decisão de vencer todos os obstáculos possíveis numa empreitada “impossível”, a retomada ganha um sabor especial.
O casamento destruído pode ser restaurado e o amor perdido pode ser reencontrado! Sim, podemos amar outra vez a pessoa com quem decidimos dividir a vida! Amar, não somente determina emoções. Implica em volição, em decisões e escolhas determinantes. Enganamo-nos por pensar que esses movimentos todos serão algo sem graça e sem sabor. Não sabemos tudo a nosso respeito e nem mesmo sobre a pessoa que julgamos conhecer. Emoções virão à flor da pele, fazendo o nosso coração pulsar de uma forma que nunca pulsou no relacionamento passado. Tudo pode ser novo e, com a mesma pessoa! E, neste turbilhão de emoções, aprendemos que a beleza do amor transcende as mesmas, mostrando-nos que em alguns momentos, a razão e a emoção devem ser colocadas de lado.
As razões para desistirmos e, as emoções legítimas no meio da dor, darão lugar ao amor, o qual nos proporcionará novos começos. Depois, ao invés de explicarmos a vitória, celebraremos a felicidade, muito além da razão e, muito além das emoções.
• Rinaldo Berbert é casado com Priscilla e pai de três filhos, Yan Lucca, Bárbara e, Nicolas. É especialista em teologia sistemática pelo Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e pastoreia a Sétima Igreja Presbiteriana, em Cachoeiro de Itapemirim, ES. Autor de Amar Outra Vez.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
O Mundo e o Diabo como Tentadores

O mundo
O mundo instiga tanto convertidos como não convertidos a cometerem
pecado. Ele coloca diante deles todos os tipos de entretenimento, na
esperança de se beneficiarem de alguma forma, bem como amizade, amor,
apreço e fama. Se isso não lograr êxito, ele irá ameaçar com o mal,
infortúnio, opróbrio, perseguição, etc.
Ainda que uma pessoa mundana tente outra pessoa mundana ao pecado, a
igreja em geral, e cada crente individualmente, é o seu foco principal.
Os últimos são como ovelhas entre os lobos. Portanto, eles não devem
confiar em ninguém, mas devem estar sempre vigilantes quando estiverem
entre as pessoas do mundo.
O Senhor Jesus predisse que não temos que esperar nada do mundo, senão o
mal das pessoas mundanas. No mundo tereis aflições (João 16.33). O
Senhor Jesus também ensina que devemos estar em guarda com os homens
(Mateus 10.17). Ademais, lemos ainda:
Prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza.
(2Pedro 3.17)
Para finalizar, o Senhor Jesus aduziu este precioso conselho:
Eis que vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.
(Mateus 10.16)
O diabo
Satanás também tenta o homem. Os não convertidos estão em seu poder. O
diabo governa sobre eles, que são prisioneiros de sua vontade. Ele
exerce todo o seu poder para fazer com que os crentes venham a cair em
tentações. Outrossim, ele leva o nome de tentador (Mateus 4.3), inimigo
(Mateus 13.39), adversário (1Pedro 5.8) e diabo (Tiago 4.7). Destarte,
suas tentações mais sutis são referidas como ciladas (Efésios 6.11).
Ele procura descobrir aonde o crente é vulnerável; e, baseado nisso,
apresenta suas tentações. Não seria razoável ele fomentar suas tentações
com todos, uma vez que não seria muito eficaz. Ele conhece a estrutura
do homem, bem como a sua vulnerabilidade; ele sabe qual é o pecado mais
suscetível de ser cometido, sabe as circunstâncias e a ocasião em que
iremos cometê-lo. Juntamente com isso, ele lança pensamentos e imagens
em nossa mente, na tentativa de nos fazer cogitar tais pensamentos,
estimulando nossos desejos pecaminosos através destas reflexões.
No momento oportuno, ele irá criar situações que sabe que temos caído
frequentemente. Então, quando a alma estiver desesperada, prestes a ruir
em pecado, ele tentará seduzi-la para um próximo pecado. Ele sabe como
disfarçar bem o pecado de maneira sutil, apresentando-o de maneira tão
desejável que a nossa vontade é completamente excitada. No início, o
pecado estimula o homem, instando-o de tal modo para que não tenha tempo
de direcionar um pensamento sequer com respeito a Deus. Uma vez que o
pecado foi cometido, ele tenta levar a pessoa ao desespero, ao sugerir:
“Uma vida assim não pode coexistir com a graça. Você não é nascido de
novo. Você não tem a fé verdadeira. Não há graça para você. Seu pecado é
muito grande. Você deve ter cometido o pecado contra o Espírito Santo.
Após isso, ele vai aterrorizá-lo de várias maneiras”.
Contudo, nós temos que saber isto: o diabo não pode coagir o homem a
pecar. Tudo o que ele pode fazer é imbuir, seduzir, criar situações.
Logo, o próprio homem é responsável pelos pecados que comete, não
podendo, assim, culpar o diabo. Ademais, nem sempre o diabo é o
tentador; antes, é o próprio homem que geralmente inicia o pecado.
por Wilhelmus à Brakel
Trecho extraído de The Christian’s Reasonable Service, volume 3, pág 576-578
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Ladrão assalta livraria evangélica, ganha Bíblia e acaba pedindo perdão
A Livraria Evangélica Jardim, localizada no Centro de Curitiba, foi
assaltada essa semana. Um homem armado invadiu o local, mas algo
inesperado aconteceu dentro da loja durante o crime. O suspeito ganhou
uma Bíblia de presente de um funcionário. Emocionado, o abraçou e ainda
pediu perdão.
“Ele diz que tem que pagar as dívidas com traficantes. Hoje entreguei uma Bíblia pra ele, demos um abraço e falei que ia orar para ele sair desta. Nós falamos que ele sairia desta e o rapaz parecia emocionado. Então ele acabou indo embora sem levar nada da gente”, conta um funcionário, que não teve seu nome divulgado.
O assaltante é conhecido na região por ser usuário de drogas. Agora ele poderá receber ajuda, mas na cadeia. Após desistir do assalto à livraria, tentou roubar outro estabelecimento e acabou preso.
A tenente Thaislainy, da Polícia Militar, relata: “Encontramos com o suspeito, que foi abordado após o assalto, uma arma de brinquedo. Ele já tem passagens pela polícia e permanece detido”. Encaminhado ao 1° Distrito Policial, foi constatado que ele esteve recentemente em uma casa de reabilitação, mas aparentemente não superou o vício das drogas.
Com informações Na Tela do 190
“Ele diz que tem que pagar as dívidas com traficantes. Hoje entreguei uma Bíblia pra ele, demos um abraço e falei que ia orar para ele sair desta. Nós falamos que ele sairia desta e o rapaz parecia emocionado. Então ele acabou indo embora sem levar nada da gente”, conta um funcionário, que não teve seu nome divulgado.
O assaltante é conhecido na região por ser usuário de drogas. Agora ele poderá receber ajuda, mas na cadeia. Após desistir do assalto à livraria, tentou roubar outro estabelecimento e acabou preso.
A tenente Thaislainy, da Polícia Militar, relata: “Encontramos com o suspeito, que foi abordado após o assalto, uma arma de brinquedo. Ele já tem passagens pela polícia e permanece detido”. Encaminhado ao 1° Distrito Policial, foi constatado que ele esteve recentemente em uma casa de reabilitação, mas aparentemente não superou o vício das drogas.
Com informações Na Tela do 190
Curso de Sargento da Aeronáutica CFS 1-2018

A Escola de Especialistas de Aeronáutica - EEAR, através do Comando da Aeronáutica, será responsável pelo Exame de Admissão ao Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica para o primeiro semestre do ano de 2018 (CFS 1-2018). Publicado no Diário Oficial da União, seção 3, Nº 246, sexta-feira, 23 de dezembro de 2016 a portaria de abertura das inscrições.
O Curso de Formação de Sargentos da Aeronáutica (CFS), será ministrado pela Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá-SP, e terá duração de dois anos.
Requisitos Básicos
- ser brasileiro(a);
- não ter menos de 17 (dezessete) anos e nem completar 25 (vinte e cinco) anos de idade até 31 de dezembro de 2018; e
- ter concluído, com aproveitamento, o ensino médio, em estabelecimento de ensino reconhecido oficialmente.
Etapas do Concurso:
Exame de Escolaridade - 14 Maio de 2017 (Domingo).O exame de admissão será constituído das seguintes etapas:
- Exame de Escolaridade: Língua Portuguesa; Língua Inglesa; Matemática; e Física.;
- Inspeção de Saúde (INSPSAU);
- Exame de Aptidão Psicológica (EAP); e
- Teste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF).
Cidade de realização do Exame de Escolaridade:
Belém-PA; Recife-PE; Fortaleza-CE; Salvador-BA; Rio de Janeiro-RJ; Belo Horizonte-MG; São Paulo-SP; São José dos Campos-SP; Campo Grande-MS; Porto Alegre-RS; Santa Maria-RS; Curitiba-PR; Brasília-DF; Manaus-AM; Porto Velho-ROTeste de Avaliação do Condicionamento Físico (TACF)
Resumo do Concurso
| Inscrição: | 19/01 até 17/02/2017 | ||||||||||||
| Taxa Inscriçao | R$ 60,00 | ||||||||||||
| Vagas | 358 | ||||||||||||
| Prova | 14/05/2017 (domingo) | ||||||||||||
| Inscrição no site | http://concursos.eear.aer.mil.br/ |
Seja Fiel
Um casamento sem fidelidade é um drama triste, deprimente e
melancólico. Ninguém, absolutamente ninguém é capaz de viver na
ambiência da infidelidade conjugal, e ser feliz e viver em paz. É uma
dor incomensurável que o outro causa e que às vezes não tem cura. É um
processo extremamente decepcionante. E nos dias de hoje ninguém está
imune a praticar a infidelidade, pois a maldade não cessa de se
multiplicar no coração humano.
Como começa a instauração deste mal no interior?
Primeiro, a pessoa PENSA. O pensamento é o ponto de partida da vida ou da morte. Depois, a pessoa FALA. Começam os assuntos e tudo isso vai enchendo o coração de cobiça. E por fim, a pessoa FAZ. Aquilo que permeou o pensamento agora está sendo experimentado no corpo e, quando isso acontece, este ser se desconstruiu totalmente do Autor da Vida e agora está num estado antagônico à verdade, mergulhado num abismo de enganos e mentiras, gabando-se por ser alguém que nada é.
Um conselho eu dou a você que está vivendo isso, seja como a personagem da traição ou a vítima: o que traiu deve se arrepender e o traído (ou a traída) deve estar disposto a perdoar, somente no caso de haver o arrependimento por parte do que traiu.
E o que é arrependimento? É a mudança da mente que provoca a desistência da prática do mal. O que se arrepende não apenas passa a pensar diferente, mas sentir diferente, falar diferente e fazer diferente.
E numa relação em que ambos não praticam o arrependimento bíblico e o perdão, há a presença do pecado e toda a destruição que o mesmo produz. É uma necessidade visceral do casal de aprender a ser como Jesus na sua relação conjugal, pois Jesus nos ensina sobre o amor ao próximo e quem ama o próximo jamais causará um mal consciente contra ele.
Não atraia a condenação e a morte sobre si. Seja fiel. Seja íntegro no seu casamento. Seja simplesmente como Jesus e desfrute da verdade em sua família. E onde há a verdade, há a felicidade e a paz.
Como começa a instauração deste mal no interior?
Primeiro, a pessoa PENSA. O pensamento é o ponto de partida da vida ou da morte. Depois, a pessoa FALA. Começam os assuntos e tudo isso vai enchendo o coração de cobiça. E por fim, a pessoa FAZ. Aquilo que permeou o pensamento agora está sendo experimentado no corpo e, quando isso acontece, este ser se desconstruiu totalmente do Autor da Vida e agora está num estado antagônico à verdade, mergulhado num abismo de enganos e mentiras, gabando-se por ser alguém que nada é.
Um conselho eu dou a você que está vivendo isso, seja como a personagem da traição ou a vítima: o que traiu deve se arrepender e o traído (ou a traída) deve estar disposto a perdoar, somente no caso de haver o arrependimento por parte do que traiu.
E o que é arrependimento? É a mudança da mente que provoca a desistência da prática do mal. O que se arrepende não apenas passa a pensar diferente, mas sentir diferente, falar diferente e fazer diferente.
E numa relação em que ambos não praticam o arrependimento bíblico e o perdão, há a presença do pecado e toda a destruição que o mesmo produz. É uma necessidade visceral do casal de aprender a ser como Jesus na sua relação conjugal, pois Jesus nos ensina sobre o amor ao próximo e quem ama o próximo jamais causará um mal consciente contra ele.
Não atraia a condenação e a morte sobre si. Seja fiel. Seja íntegro no seu casamento. Seja simplesmente como Jesus e desfrute da verdade em sua família. E onde há a verdade, há a felicidade e a paz.
Por Maycson Rodrigues
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Record produzirá série sobre Martinho Lutero
Em 31 de outubro de 1517, o monge alemão Martinho Lutero pregou na
porta da abadia de Wittenberg, Alemanha, 95 Teses “Contra o Comércio das
Indulgências”, onde pedia que a Igreja Católica fizesse uma grande
reforma em sua teologia e revesse suas práticas. O papa não aceitou,
Lutero foi excomungado e deu origem ao movimento Protestante, do qual
variam a maioria das igrejas evangélicas.
Prestes a completar 500 anos, o movimento Protestante receberá uma série de homenagens em 2017, inclusive no Brasil.
Segundo o jornal O Globo, a rede Record, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, está preparando uma minissérie sobre Martinho Lutero e o movimento que ele iniciou. O projeto foi proposto por Marcílio Moraes à direção da emissora e o autor já está trabalhando na sinopse.
Não há data oficial para o início das gravações, nem quais artistas farão parte da atração. Mesmo assim, é possível que estreie antes de 31 de outubro.
Ao que parece, após ter grande sucesso de audiência, popularizando os relatos bíblicos através de séries, novelas e um filme, a Record irá fazer o mesmo com a história da Igreja. Cinco séculos depois de pedir para que os líderes religiosos católicos parassem de transformar a igreja num local de comércio do favor de Deus, falar sobre o assunto na TV pode gerar uma boa reflexão sobre o cenário atual da igreja evangélica no país.
Fonte: gospelprime
Prestes a completar 500 anos, o movimento Protestante receberá uma série de homenagens em 2017, inclusive no Brasil.
Segundo o jornal O Globo, a rede Record, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, está preparando uma minissérie sobre Martinho Lutero e o movimento que ele iniciou. O projeto foi proposto por Marcílio Moraes à direção da emissora e o autor já está trabalhando na sinopse.
Não há data oficial para o início das gravações, nem quais artistas farão parte da atração. Mesmo assim, é possível que estreie antes de 31 de outubro.
Ao que parece, após ter grande sucesso de audiência, popularizando os relatos bíblicos através de séries, novelas e um filme, a Record irá fazer o mesmo com a história da Igreja. Cinco séculos depois de pedir para que os líderes religiosos católicos parassem de transformar a igreja num local de comércio do favor de Deus, falar sobre o assunto na TV pode gerar uma boa reflexão sobre o cenário atual da igreja evangélica no país.
Fonte: gospelprime
Concurso Soldado PMSE 2017 confirmado!
Saudações concurseiro policial nordestino! Como vão os estudos? Hoje
trago novidades sobre um concurso que sempre gera muito interesse: o
concurso de soldado da Polícia Militar de Sergipe. Se você não sabe, o
Governador do Estado, Jackson Barreto de Lima, confirmou a realização de
um novo concurso neste ano.
Veja o que ele disse na rádio Mix FM, falando da sua preocupação com a segurança pública:
Veja o que ele disse na rádio Mix FM, falando da sua preocupação com a segurança pública:
“Nós sabemos dos números do anuário. Eu não comento isso porque não resolve, o que nós precisamos é agir e achar uma solução para o problema e é o que estamos fazendo. Eu sou o governador que nos últimos dez anos realizou três concursos. Vou fazer concurso para a PM em 2017. Apenas no meu governo irei totalizar três concurso para a polícia.”Com essa declaração, muita gente já iniciou os estudos para se preparar com antecedência. Veja o que caiu no último concurso soldado PMSE:
- Língua Portuguesa
- Matemática
- Informática Básica
- Atualidades
- Conhecimentos Gerais do Estado de Sergipe
- Noções de Direito
Sede e fome de poder
Eu escrevi uma pequena carta à igreja, mas Diótrefes, que deseja ser o líder, não quer dar atenção ao que eu disse. (3Jo 9)
O juízo temerário é pecado. O juízo
mentiroso é mais grave do que o juízo temerário. Este é uma maldosa
calúnia, e aquele é uma crítica ainda não comprovada, portanto
imprudente e precipitada. Os dois são atos pecaminosos e prejudiciais ao
Corpo de Cristo.
Jesus não cometeu nem o primeiro nem o
segundo quando chamou os mestres da Lei e os fariseus do seu tempo de
hipócritas. A cada vez (e foram seis vezes num discurso de dezesseis
frases), o Senhor comprovava a sua indignação dando um exemplo, como
este: “Ai de vocês, mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês
são como túmulos pintados de branco, que por fora parecem bonitos, mas
por dentro estão cheios de ossos de mortos e de podridão” (Mt 23.27).
Não foi nem juízo temerário nem calúnia o
que Paulo escreveu aos coríntios: “Não vos pude falar como a
espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo” (1Co 3.1,
ARA). A prova disso é que entre os membros da igreja de Corinto havia
ciúmes e contendas.
Apesar de ser conhecido como o apóstolo
do amor, João abre o verbo contra o orgulhoso Diótrefes, “que gosta
muito de ser o mais importante entre eles, não nos recebe” (2Jo 9, NVI).
Diótrefes não foi o primeiro nem o
último a querer “mandar em tudo”, a pretender ser “o primeiro em tudo”, a
ambicionar “o primeiro posto”, a correr atrás do poder eclesiástico. O
próprio João e seu irmão Tiago, quando ainda imaturos, certa vez pediram
a Jesus: “Quando o senhor sentar-se no trono de seu Reino Glorioso,
deixe que um de nós se sente à sua direita, e o outro à sua esquerda”
(Mc 10.37).
Quem sabe que com essa repreensão de
João, Diótrefes começasse a se tratar dessa fome e sede de poder não
pouco comum na história do cristianismo!
Que o poder santificador do Espírito Santo nos faça gostar do último lugar!
>> Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.
domingo, 8 de janeiro de 2017
Urgente!!! Valdemiro Santiago é esfaqueado em culto
O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD), Valdemiro
Santiago, foi esfaqueado durante um culto ocorrido na manhã deste
domingo (8/1). Segundo vídeo divulgado por Juliana Santiago gravado no
hospital, Valdemiro contou o ocorrido.
“Acabando de ouvir um milagre, um testemunho, entrou alguém, não sei quem é, não vi, por trás […] e deu uma facada no pescoço, ou uma navalha, não sei, mas fiquem tranquilos, porque só vai quando Deus quer”, afirmou Valdemiro.
Ao lado de familiares, Valdemiro prometeu que em um futuro próximo voltaria a exercer suas atividades como pastor na instituição. “Eu volto aí para vocês, para abençoar vocês, em nome de Jesus”, disse o líder, que pediu orações.
Por fim, Valdemiro afirmou que espera o perdão divino ao autor dos ataques. “Ela carece de misericórdia, perdão. Não sei quem é, mas tá perdoada em nome de Jesus, tá abençoada. E quem mandou também tá perdoado e abençoado”.
“Acabando de ouvir um milagre, um testemunho, entrou alguém, não sei quem é, não vi, por trás […] e deu uma facada no pescoço, ou uma navalha, não sei, mas fiquem tranquilos, porque só vai quando Deus quer”, afirmou Valdemiro.
Ao lado de familiares, Valdemiro prometeu que em um futuro próximo voltaria a exercer suas atividades como pastor na instituição. “Eu volto aí para vocês, para abençoar vocês, em nome de Jesus”, disse o líder, que pediu orações.
Por fim, Valdemiro afirmou que espera o perdão divino ao autor dos ataques. “Ela carece de misericórdia, perdão. Não sei quem é, mas tá perdoada em nome de Jesus, tá abençoada. E quem mandou também tá perdoado e abençoado”.
Autor e a arma do ataque.
Fonte: gospelprime
Policiais de Israel preparam esquema de segurança para vinda do Messias
O comissário Roni Alsheikh, Chefe do Departamento de Polícia de
Israel, anunciou semana passada que as forças policiais estão se
preparando para a chegada do Messias. Para isso, precisaram montar um
esquema de segurança.
“Nós, da polícia, estamos muito envolvidos em assegurar os mitzvot (mandamentos Bíblicos) entre o homem e seu próximo. Quando o Messias vier, todo mundo vai querer chegar perto dele e isso pode criar muito tumulto”, explicou o comissário ao site Breaking Israel News.
Ao descrever o papel importante da polícia quando ocorrer a vinda do Messias, Alsheikh, explicou: “não estamos apenas ocupados com a aplicação da lei, também estamos tentando adotar medidas preventivas para mostrar consideração para os nossos cidadãos.
A missão da polícia israelense é pautada pela exigência bíblica de “amar o seu próximo”. “Não há dúvida de que a felicidade e o serviço a Deus aproximará a todos [os cidadãos]”, asseverou.
Ele encerrou dizendo que “Em breve, se Deus quiser, precisaremos começar a preparar as operações de segurança necessárias pois o Messias terá chegado”.
Fonte: gospelprime
“Nós, da polícia, estamos muito envolvidos em assegurar os mitzvot (mandamentos Bíblicos) entre o homem e seu próximo. Quando o Messias vier, todo mundo vai querer chegar perto dele e isso pode criar muito tumulto”, explicou o comissário ao site Breaking Israel News.
Ao descrever o papel importante da polícia quando ocorrer a vinda do Messias, Alsheikh, explicou: “não estamos apenas ocupados com a aplicação da lei, também estamos tentando adotar medidas preventivas para mostrar consideração para os nossos cidadãos.
A missão da polícia israelense é pautada pela exigência bíblica de “amar o seu próximo”. “Não há dúvida de que a felicidade e o serviço a Deus aproximará a todos [os cidadãos]”, asseverou.
Ele encerrou dizendo que “Em breve, se Deus quiser, precisaremos começar a preparar as operações de segurança necessárias pois o Messias terá chegado”.
Fonte: gospelprime
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