Talvez alguém que leia o título deste escrito
pergunte: será que o autor não quis dizer “A oração pelo enfermo”? Não! Eu quis
dizer o que disse, pois quero destacar o valor da oração intercessória feita por
alguém em dificuldades. Isso parece contraditório, pois normalmente esperamos
que os sãos orem pelos enfermos e não o contrário. Contudo, neste caso, a pedido
de Deus, foi assim que ocorreu. Jó, passando por dificuldades terríveis, orou a
Deus em favor de seus amigos e foi atendido.
Deus não castigou os amigos dele, como bem mereciam, e ainda mudou a situação de Jó para muito melhor do que era antes do surgimento das dificuldades. Sim, eu também estranhei isso na Bíblia, mas creio ter percebido a razão. Jó, que sempre foi um homem íntegro, correto, temente a Deus (Jó 1.1), e que andava em constante comunhão com Deus, teve por meio do sofrimento uma experiência ainda mais profunda com seu Senhor. Ele testemunhou isso ao final do livro ao dizer a Deus: “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram” (Jó 42.5). Em outras
palavras, ele disse: eu já conhecia a Deus, mas no meio do sofrimento passei a conhecê-lo muito melhor.
O que fazer diante disso? Ora, nunca esqueçamos que os sofredores podem estar em comunhão melhor com Deus do que os demais e, assim, em sintonia mais adequada para interceder. Ao estarmos bem, não nos coloquemos como superiores aos que estão em dificuldades, como os amigos de Jó fizeram.
Ao passar por dificuldades, também não nos coloquemos apenas como objetos da intercessão. Ao contrário, aproveitando o potencial de comunhão e intimidade com Deus que as dificuldades podem produzir, intercedamos pelos nossos queridos, nossa igreja e o Reino de Deus. – ARG
Deus não castigou os amigos dele, como bem mereciam, e ainda mudou a situação de Jó para muito melhor do que era antes do surgimento das dificuldades. Sim, eu também estranhei isso na Bíblia, mas creio ter percebido a razão. Jó, que sempre foi um homem íntegro, correto, temente a Deus (Jó 1.1), e que andava em constante comunhão com Deus, teve por meio do sofrimento uma experiência ainda mais profunda com seu Senhor. Ele testemunhou isso ao final do livro ao dizer a Deus: “Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram” (Jó 42.5). Em outras
palavras, ele disse: eu já conhecia a Deus, mas no meio do sofrimento passei a conhecê-lo muito melhor.
O que fazer diante disso? Ora, nunca esqueçamos que os sofredores podem estar em comunhão melhor com Deus do que os demais e, assim, em sintonia mais adequada para interceder. Ao estarmos bem, não nos coloquemos como superiores aos que estão em dificuldades, como os amigos de Jó fizeram.
Ao passar por dificuldades, também não nos coloquemos apenas como objetos da intercessão. Ao contrário, aproveitando o potencial de comunhão e intimidade com Deus que as dificuldades podem produzir, intercedamos pelos nossos queridos, nossa igreja e o Reino de Deus. – ARG
Deus também atende à intercessão do
enfermo, enfraquecido e aflito.

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