NOSSA MISSÃO: “Anunciar o Evangelho do Senhor Jesus à todos, transformando-os em soldados de Cristo, através de Sua Palavra.”

Versículo do Dia

Versículo do Dia Por Gospel+ - Biblia Online

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Billy Graham esclarece o que significa o mandamento para “não julgar”

 Quando Jesus disse que as pessoas não devem julgar, ele não estava dizendo para não denunciarem o comportamento errado, explica o renomado evangelista Billy Graham.
Recentemente, Graham foi questionado em seu site por que Jesus deu o mandamento para não julgarmos (Lucas 6:37). Ainda que acredite que “só Deus tem o direito” de julgar, isso não isenta os cristãos de apontarem os erros.
“Isso não significa que devamos ficar indiferentes ao que é certo ou errado, ou não termos consciência dos perigos resultantes das decisões imorais ou das falsas crenças. Tampouco significa que devemos esquecer dos nossos próprios pecados”, ensina Graham.
Referindo-se ao contexto da passagem, parte do Sermão do Monte, lembrou que Jesus nos exorta a julgar entre caminhos verdadeiros e os falsos.  Ele também nos ordena a ser juízes de nossos próprios pecados.
“Que podem ser muito maiores que aqueles que enxergamos nos outros”, sublinhou.
Graham disse ao internauta que fez pergunta que é algo natural quando os outros questionam a nossa fé cristã, mas que Jesus é a verdade e disso não podemos duvidar. O evangelista de 97 anos já respondeu esse tipo de pergunta outra vezes.
Em outra ocasião, sua resposta citou Mateus 7. “Jesus estava dizendo que não devemos procurar corrigir uma pessoa quando somos culpados do mesmo ou de outro pecado… Mas Ele nunca teve a intenção de ensinar que seus discípulos deveriam anular sua capacidade de discernimento ou julgamento”, finalizou. Com informações de Christian Post

terça-feira, 30 de agosto de 2016

#Conjubag 31


Como vencer a ansiedade

A ansiedade é um parasita que estrangula nossas emoções e rouba nosso viço. É considerada o mal do século, pois atinge pessoas de todos os estratos sociais, de todos os credos religiosos e de todas as faixas etárias. A ansiedade é uma espécie de asfixia da alma, um estrangulador das emoções. Destacaremos quatro pontos importantes no trato dessa matéria:
Em primeiro lugar, a causa da ansiedade. Jesus Cristo ao falar sobre a ansiedade diz que os gentios que não conhecem a Deus é que ficam ansiosos quanto ao que comer, beber e vestir. A incredulidade é a causa da ansiedade. Ficamos ansiosos porque duvidamos que Deus é suficientemente bom e sábio para cuidar de nossa vida. Ficamos ansiosos porque tentamos tomar o destino de nossa vida em nossas próprias mãos. Só temos duas opções: descansamos na bondosa providência de Deus ou seremos estrangulados emocionalmente pela ansiedade.
Em segundo lugar, os perigos da ansiedade. A ansiedade é inútil, pois por mais ansiosos que estejamos, não conseguiremos acrescentar sequer alguns centímetros ao curso da nossa vida. Não nos fortalecemos para lidar com as tensões do futuro, ficando ansiosos hoje. A ansiedade não tonifica os músculos da nossa alma; afrouxa-os. A ansiedade não nos equipa para a luta; enfraquece-nos. A ansiedade não nos capacita a vencer; derrota-nos. A ansiedade além de inútil, é também, prejudicial, pois nos leva a ocupar-nos de um problema que ainda não está acontecendo. Está provado que mais de setenta por cento dos assuntos que nos deixam ansiosos nunca vão acontecer. A ansiedade antecipa problemas fictícios e nos leva a sofrer por eles como se já estivessem acontecendo. A ansiedade é, também, uma ilusão, pois nos dá a sensação de que estamos no controle da situação, ou que precisamos tomar as rédeas da nossa vida em nossas próprias mãos. Uma pessoa ansiosa, consequentemente, vive sobressaltada. Não descansa. Não tem paz.
Em terceiro lugar, o remédio divino para a ansiedade. Devemos lidar com a ansiedade de três formas distintas: Primeiro, devemos orar corretamente. Paulo escreve: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4.6). A palavra “oração” tem aqui o significado de adoração. Então, você adora a Deus por quem Deus é, dá graças a Deus pelo que ele faz e suplica a ele, porque ele é seu Pai. Quando oramos corretamente, triunfamos sobre a ansiedade. Segundo, devemos pensar corretamente. Paulo ainda continua: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama […] seja isso que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4.8). A batalha contra a ansiedade é decidida no campo da mente. Se focarmos nossos pensamentos nos problemas, seremos vencidos por ela; mas, se voltarmos nossos pensamentos para Deus, então ganharemos a peleja. Terceiro, devemos agir corretamente. Paulo conclui: “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai…” (Fp 4.9). A vitória sobre a ansiedade não está apenas no campo do conhecimento; mas, sobretudo, na arena da prática, na geografia da obediência.
Em quarto lugar, a cura para a ansiedade. Ansiedade produz tormento mental, estrangulamento emocional e ausência de paz. Quando, porém, buscamos a face de Deus em oração, alimentamos nossa mente com pensamentos lá do alto e colocamos em prática o que aprendemos das Escrituras, então, a ansiedade bate em retirada e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, vem habitar em nós, montando guardas e sentinelas ao redor do nosso coração e da nossa mente. Mais do que isso, o próprio Deus da paz caminha conosco e nos conduz em triunfo!

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Deus não manda pessoas para o inferno; Elas que escolhem ir para lá, diz evangelista

Deus não manda as pessoas para o inferno, mas na verdade as pessoas precisam passar por cima de Jesus e enviam a si mesmas, explicou o renomado evangelista Greg Laurie. Ele realizou neste final de semana uma cruzada na Califórnia, que contou mais de 37.000 participantes. O evento foi no Estádio do time de beisebol Angels. O evento foi assistido por outras milhares de pessoas que acompanharam a transmissão on-line.
Laurie é pastor da megaigreja Harvest Christian Fellowship e autor de mais de 70 livros. Seu trabalho como evangelista é bastante conhecido nos Estados Unidos. Em seu sermão de sábado, Laurie abordou o que ele considera as três grandes questões da vida: “Por que sou tão solitário?”, “Por que sinto um vazio no meu interior?” e “O que acontece depois que eu morrer?”. Lembrou a todos que não irão encontrar as respostas fazendo uma pesquisa no Google.
Falando a um público que está acostumado a ouvir sobre cristianismo, ressaltou que ninguém é salvo por causa da tradição. Fez a advertência de que é preciso entregar a vida a Cristo, caso contrário sofrerão consequências terríveis. “Eles vão para o inferno”, sublinhou.
Disse saber que muitos não iriam gostar de ouvir isso. “Desculpe, sou apenas o mensageiro. Eu não escrevi o roteiro, mas tenho que entregá-lo por completo”, numa provocação sutil às igrejas que anunciam apenas as bênçãos de Deus na terra sem se preocupar em ter certeza da salvação da alma.
Laurie acredita que, de certa forma, as pessoas não estão mais ouvindo sobre isso nas igrejas. “Escute isso. Jesus Cristo falou mais sobre o inferno que todos os outros pregadores da Bíblia juntos”, afirmou. “Saiba isto: a última coisa que Deus quer é que alguém vá para o inferno”, anunciou diante do estádio lotado.
Passou então a falar sobre a misericórdia de Deus e de como as pessoas muitas vezes perguntam como um Deus que ama pode mandar pessoas para o inferno. “Atenção! Deus não envia as pessoas para o inferno. Elas que escolhem ir para lá”, explicou Laurie.
Citando várias passagens, assegurou que “O inferno não foi feito para as pessoas. De acordo com Jesus, foi feito para o diabo e seus anjos”. “Escute, amigo, se você acabar indo para o inferno, praticamente precisará passar por cima de Jesus para chegar lá”, insistiu.
Plano de salvação
Detalhando o plano de salvação, disse à multidão que sem crermos que a morte de Jesus na cruz pelos nossos pecados, não há salvação eterna.
“Estamos dando-lhe um aviso,” anunciou o evangelista. “Você pode ir para o céu. Pode mudar o seu endereço eterno esta noite, se você crer em Jesus”.
Segundo a organização da Cruzada, após o apelo, mais de 3.960 pessoas presentes no estádio repetiram a oração no sábado, entregando suas vidas a Cristo. Além disso, no dia anterior o total de decisões foram 3.319, contando os presentes e os que preencheram o formulário on-line.
Àqueles que tomaram a decisão foram dadas Bíblias e coletado seus dados para que sejam encaminhados a igrejas próximas de suas residências. Com informações de Christian Post

domingo, 28 de agosto de 2016

Filme sobre perseguição aos cristãos é sucesso de bilheteria

O filme “The Insanity de Deus” [A Insanidade de Deus], que conta a história de perseguição aos cristãos em todo o mundo, não estará entre as maiores bilheterias do ano. Também não concorrerá ao Oscar no ano que vem. Mesmo assim, pode ser considerado um sucesso.
Baseado nas experiências de Nik e Ruth Ripken, cujo filho foi morto enquanto servia como missionários na África, o documentário entrevistou mais de 600 obreiros cristãos em 72 países. Ele mostra histórias de perseguição na África, Rússia, Ásia e Oriente Médio. Também revela como a igreja cristã continua crescendo mesmo sob grande pressão contrária.
O nome é uma referência ao que eles entendem ser, aos olhos humanos, uma “insanidade”. O diretor da LifeWay Films Trey Reynolds acredita que o longa poderá inspirar a igreja a orar mais pelos cristãos que são perseguidos. Ele também espera que o filme estimule os crentes a compreender a importância de se compartilhar o evangelho com outras pessoas enquanto há tempo.
“Eu olho para o que estes homens e mulheres passaram. Não negam a Cristo, mesmo quando sabem que isso pode lhes custar a vida”, ressalta Reynolds. “Sinto vontade de atravessar a rua para falar com o meu vizinho sobre Cristo e conversar com meus familiares que não são salvos. Essa é a pergunta que espero que as pessoas se façam: Jesus realmente vale a pena? Vou segui-lo por toda a minha vida, em quaisquer circunstâncias? ”
Devido a uma ação coordenada, na última quinta-feira (25), “The Insanity de Deus” chegou ao topo das vendas de ingressos no site especializado MovieTickets.com. Ele superou filmes de Hollywood como “Esquadrão Suicida”. O sucesso se explica por que igrejas fizeram compras coletivas, visando lotar os cinemas de fiéis.
O motivo é simples: o filme será exibido apenas um dia. Por causa das dificuldades de distribuição e falta de orçamento para divulgação, Reynolds explica que a estratégia visa causar impacto e gerar interesse de outras pessoas pelo documentário.
Raramente filmes com temática cristã são sucesso no competitivo mercado de cinema. “The Insanity de Deus” vai ser exibido nos cinemas norte-americanos somente na terça, 30 de agosto.
Serão 530 salas de exibição, enquanto a média de uma superprodução é mais de 2.000. No mês seguinte estará disponível para download e nos formatos DVD e Blu-Ray. Não há previsão para sua chegada ao Brasil. Com informações de Christian Examiner

sábado, 27 de agosto de 2016

Congresso de Jovens na IB Sinai


Pregação “de qualidade” é o que mais atrai as pessoas à igreja

Um novo estudo do Centro de Pesquisas Pew pesquisou o que mais atrai os cristãos na hora de escolher uma igreja para congregar. Foram entrevistadas 5.000 pessoas e os resultados mostram que o púlpito ainda é o aspecto mais relevante para quem busca um local onde possa cultuar. A margem de erro da pesquisa, que foi realizada no final de 2015, é de 2 pontos percentuais.
“O que as pessoas valorizam em uma congregação é principalmente uma boa mensagem, uma boa homilia. Ela precisa fazer sentido e oferecer-lhes orientação”, afirma Greg Smith, diretor-associado do Pew.
A grande maioria dos evangélicos (92%) coloca o sermão no topo da sua lista de fatores decisivos, o percentual é de 67 para os católicos. Em segundo lugar está o fato dos líderes e membros fazerem com que o visitante sinta-se bem-vindo (79%) e logo em seguida, o fato do culto ser “atraente” (74%).
A mudança de igreja é um aspecto relativamente comum na vida cristã. Ela pode ocorrer por vários fatores. A razão mais comum (34 %) é a mudança de endereço do fiel. Menos frequente são razões teológicas (26%) ou a insatisfação com a igreja a qual pertencia ou com seu pastor (3%). As mudanças de convicções pessoais são responsáveis por apenas 5% dos casos.
Cerca de metade das pessoas que buscam uma nova congregação (48%) não se importaram de mudar também de denominação. Como a entrevista abordou vários ramos do cristianismo, entre os católicos a mudança de congregação é bem menor, com apenas um terço dos membros considerando isso uma possibilidade.

Fonte: gospelprime

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Um clamor pela intervenção de Deus

“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada” (Sl 119.126).
O salmista, olha ao seu redor e vê sua nação mergulhada numa grande crise. Essa crise é resultado da apostasia religiosa e do colapso moral. A lei de Deus, reguladora da fé e conduta, estava sendo violada. Ainda hoje, essa crise permanece. A lei de Deus está sendo escarnecida. Os dez mandamentos estão sendo desprezados como coisa de nenhum valor. Por isso, também, devemos clamar por uma intervenção de Deus. Vejamos em que sentido a lei de Deus está sendo violada:
Em primeiro lugar, o único Deus está sendo substituído por outros deuses. O primeiro mandamento estabelece que há um só Deus. Os deuses dos povos foram criados pelo homem, mas o Deus verdadeiro é o criador, provedor e salvador do seu povo. Nele devemos colocar nossa confiança. Fora dele não há salvação.
Em segundo lugar, o culto espiritual está sendo corrompido pela idolatria. O segundo mandamento mostra que o único Deus vivo e verdadeiro deve ser adorado da maneira que ele mesmo prescreve em sua palavra. Portanto, toda  forma de idolatria é uma deturpação do culto. Deus não busca adoração, mas adoradores que o adorem em espírito e em verdade.
Em terceiro lugar, o nome de Deus tem sido desonrado pela falta de reverência. O teceiro mandamento revela que o nome de Deus deve ser santificado. Tomar seu nome em vão é desonrar a Deus, utrajar sua glória e ofender sua santidade. Palavras imorais, piadas indecorosas e expressões desprovidas de reverência com o santo nome de Deus é uma ofensa ao Altíssimo.
Em quarto lugar, o dia do Senhor tem sido desprezado pela secularização. A sociedade está cada vez mais secularizada. Os homens esquecem-se de Deus, buscam seus próprios interesses e fazem isso, inclusive, no dia que Deus reservou para o seu povo adorá-lo. A guarda do dia do Senhor nos foi dada para nosso deleite em Deus e o nosso descanso das lides da vida.
Em quinto lugar, os pais têm sido desonrado pelos filhos em nossa geração.  Honrar pai e mãe é o caminho da longevidade e da prosperidade. Honrar pai e mãe é um gesto que agrada a Deus, fortalece a família e abençoa a sociedade.
Em sexto lugar, a vida humana está sendo banalizada. O sexto mandamento trata da sacralidade da vida. Só Deus tem poder para dar a vida e autoridade para tirá-la. Somos guardiões do próximo e não seus flageladores. Não  podemos tirar do próximo o seu bem maior, a própria vida.
Em sétimo lugar, a honra do próximo está sendo aviltada. Os valores morais estão de ponta-cabeça nessa sociedade hedonista e imoral. O aviltamento do sexo, o incentivo ao adultério e a prosmicuidade dos costumes aproxima nossa geração de Sodoma e Gomorra.
Em oitavo lugar, a honestidade no trato com dinheiro está em franco declínio. Depois que a lei de Deus tratou do respeito à vida e à honra do próximo, o oitavo mandameneto lida com o respeito aos bens do próximo. Em vez de roubar, o homem deve trabalhar. Em vez de usar de espertezas para saquear o alheio, o homem deve socorrer os necessitados.
Em nono lugar, o nome do próximo tem sido enlameado pela maledicência. O nono mandamento lida com a honra ao nome do próximo. Em vez de falar mal, devemos considerar uns aos outros em honra.  Em vez de desmerecer o próximo com calúnias mordazes, devemos abençoá-lo com atitudes nobres.
Em décimo lugar, desejar ilicitamente o que é do próximo é fazer do coração um laboratório de crimes. O décimo mandamento é o único do decálogo que é subjetivo. Deus considera não apenas nossas ações, mas, também, nossas motivações. Ele vê não apenas nossos atos, mas, também, perscruta nossas motivações. Em face do exposto, devemos também clamar: “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada”.

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

Billy Graham revela “o grande mal do mundo”


O maior problema que o mundo enfrenta hoje não é o Estado Islâmico, nem o aborto e tampouco a agenda gay. Para Billy Graham, a raiz por trás de todos é a mesma: o coração humano.
Em um texto publicado no seu site pessoal, o renomado evangelista respondeu à pergunta de um leitor que desejava saber a opinião de Graham sobre “qual a maior ameaça do mundo na atualidade”.
“Nós discutimos sobre isso em nossa classe bíblica na igreja, mas não conseguimos chegar a uma conclusão”, disse o internauta. Fiel ao estilo que marcou sua trajetória, Billy Graham, 93 anos, citou vários textos bíblicos para afirmar: “O maior problema que o mundo enfrenta hoje é o mesmo que sempre foi: o coração humano. A Bíblia diz sem rodeios: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? (Jeremias 17: 9)”.
O evangelista fez então uma proposta: “Pense por um minuto como seria caso pudéssemos nos livrar de nosso orgulho e egoísmo. Teríamos um mundo perfeito. Poderíamos viver em harmonia uns com os outros, e não haveria mais conflitos ou guerras. O ódio e a inveja iriam acabar. Viveríamos motivados por amor, compaixão e respeito mútuo”.
Assegurou que, como isso não acontece fica claro que ainda estamos longe de viver “o mundo perfeito que a Bíblia promete: ‘uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerrear (Isaías 2:4)’”.
Famoso por usar o bordão “a Bíblia diz” em suas cruzadas, Billy diz que as advertências todas estão nas Escrituras. “Terrorismo, violência, crime, drogas, corrupção, relações quebradas, a lista é quase infinita”, asseverou. Emendou falando sobre o coração, numa citação de Tiago 4: 1: “De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês?”.
Do alto de sua experiência de décadas no ministério, faz uma exortação em tom pastoral, lembrando que “Nossa maior necessidade hoje é o que sempre foi: se voltar para Deus para o perdão e uma nova vida que precisamos”. Finalizou dizendo que isso só é possível porque Jesus Cristo deu a Sua vida por nós”. Ele entende que a ideia de paz plena no planeta Terra é ilusória, mas a promessa de Jesus é verdadeira para os seus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (João 14:27).

Fonte: gospelprime

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Convite Consagração Pastoral


Paz para enfrentar os momentos decisivos da vida

O mundo está atormentado por muitos flagelos. O terrorismo internacional fragiliza as nações mais poderosas da terra. O vazio existencial empurra muitas pessoas para o suicídio. O avanço das drogas letais, por mais firme que seja a repressão, cresce no mundo inteiro, deixando tantas pessoas prisioneiras do vício e do tráfico. Há um gemido represado nos corações. Há uma dor que lateja na alma. Há lágrimas copiosas que toldam as alegrias da vida.
Há momentos em que a doença surra o nosso corpo e a morte nos mostra a sua carranca. Nessas horas decisivas, muitos se desesperam; outros, porém, desfrutam de uma paz que excede todo o entendimento. Uma pergunta se impõe nesse cenário cinzento e nesses momentos decisivos: É possível experimentar a verdadeira paz? Nossa resposta é um sonoro SIM. Elenco, abaixo, duas situações dramáticas vividas pelo apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, onde ele compartilha seus sentimentos tanto diante da enfermidade como na hora da morte.
Em primeiro lugar, a paz para enfrentar a enfermidade. “Então, ele me disse: A minha graça te basta; porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza…” (2Co 12.9). A enfermidade enfraquece nosso corpo e dobra nosso espírito. Provoca sofrimento físico e golpeia nosso orgulho. O apóstolo Paulo ficou doente quando fazia sua primeira viagem missionária (Gl 4.13-15). Chamou essa doença de espinho na carne (2Co 12.7). Essa enfermidade trouxe-lhe atroz sofrimento. Ao mesmo tempo que Deus usou sua enfermidade para torná-lo humilde, Satanás usou-a para lhe esbofetear. Paulo, então, rogou a Deus três vezes para remover o espinho de sua carne, mas Deus, em vez de curar sua enfermidade, deu-lhe graça para suportá-la, dizendo-lhe que seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. A enfermidade de Paulo tornou-o completamente dependente de Deus. Impediu que ele se ensoberbecesse diante da grandeza das revelações. Mesmo acicatado por esses espinhos pontiagudos, manteve-se resoluto em seu ministério, levando a boa nova do evangelho aos mais longínquos rincões do império. O mesmo Deus que cura é também aquele que consola. O mesmo Deus que permite a enfermidade é também aquele que a instrumentaliza para o nosso bem. O mesmo Deus que coloca seu tesouro em um frágil vaso de barro é também aquele que traz glória ao seu santo nome, pelo nosso santificado sofrimento.
Em segundo lugar, a paz na hora da morte. “Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado” (2Tm 4.6). Voltaire, um filósofo ateu, que escarneceu do Cristianismo, morreu em grande agonia e desespero. O apóstolo Paulo, que proclamou a fé cristã nas diversas províncias do império romano, demonstrou profunda serenidade diante da morte. Mesmo sabendo que caminharia de uma masmorra úmida e fria para o patíbulo da morte, disse: “Já estou sendo oferecido por libação e o tempo da minha partida é chegada”. Paulo entende que não é Roma que vai lhe matar, mas é ele quem vai se entregar. Não vai se entregar a César, pois é prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Vai oferecer-se a Deus como uma oferta de libação. Paulo não está com medo de morrer, porque sabe em quem tem crido e sabe para onde está indo. Em vez de usar o termo “morte” para o desfecho de sua vida, usa a palavra “partida” e isso por três razões. Primeiro, “partida” significa tirar o fardo das costas de alguém. Morrer para um crente é descansar de suas fadigas. Segundo, “partida” significa desatar um bote do tronco e atravessar o rio. Morrer para um crente é fazer sua última viagem rumo à Pátria celestial. Terceiro, “partida” significa afrouxar as estacas de uma barraca, levantar acampamento e ir para sua casa permanente. Morrer para um crente é mudar de endereço; é ir para a casa do Pai.
E Você, tem desfrutado essa paz? Agora mesmo você pode apropriar-se dela em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Nele temos paz com Deus e a paz de Deus.

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

25 de Agosto, Dia do Soldado!

SOLDADO FERIDO
(Voz da Verdade)

Há muitos feridos
Choram de angústia e de dor
Buscam por proteção e por paz
Amigos que sofrem
Sua necessidade atende hoje
Não deixa o soldado ferido morrer

Deita o bálsamo
E a ferida sarará
Protege-O com Teu manto de amor
O pão partiremos sim
Descanso Lhes darás
E toda angústia sairá
Não deixes, fiéis, soldados feridos morrer

Seguindo Sua ordem
Lutaram na frente para o rei
E o forte inimigo puderam vencer
Mas por esse esforço
Satã intentou suas vidas matar
Não deixe o soldado ferido morrer

Derrama o bálsamo
E a ferida sarará
Protege-O com Teu manto de amor
O pão partiremos sim
Descanso lhes darás
E toda angústia sairá
Não deixes fiéis soldados feridos morrer
Não podes olhar sem socorrer
O amor é mais forte, faz viver
Não podes deixar o soldado ferido morrer, morrer

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Com episódio de US$ 1 milhão, A Terra Prometida mostra travessia do rio Jordão e tem boa audiência

A “novela bíblica” A Terra Prometida mostrou nesta segunda-feira, 22 de agosto, a travessia dos hebreus pelo rio Jordão, registrando bom índice de audiência. O capítulo custou R$ 1 milhão à TV Record.
Considerada a mais importante da novela, a cena foi gravada durante cinco dias e contou com mais de 200 figurantes, além de efeitos especiais. Na Record, a ideia era fazer a representação se equivaler à produção da cena de abertura do Mar Vermelho, na novela anterior, Os Dez Mandamentos.
Segundo informações do jornalista Ricardo Feltrin, especializado em TV, o capítulo “custou à Record por volta de US$ 1 milhão”, o que na cotação atual do dólar equivale a aproximadamente R$ 3,2 milhões. “Isso representa menos que os US$ 1,3 milhão que custou o capítulo com a abertura do mar”, compara o colunista do Uol.
A travessia do Jordão é momento-chave dos hebreus rumo à prometida Canaã, e o diretor Alexandre Avancini explicou as diferenças na produção da cena em relação à da novela anterior: “Na abertura do Mar Vermelho, Deus subiu duas paredes de água. Desta vez, Deus segura uma lateral para a água não descer. Na abertura do Mar Vermelho a cena era noturna, agora vai ser diurna. Antes tínhamos uma fila longa e estreita. Agora temos uma massa humana muito maior e mais larga, que desce pela margem do rio”, disse.
Além das duas centenas de figurantes, a cena contou com um elenco de 80 atores. Foram necessários ainda 50 cavalos para as filmagens.
No Ibope, a Record ocupou o segundo lugar absoluto com a cena, registrando média de 16,7 pontos no Ibope, de acordo com dados prévios. A Globo marcou 27,8 pontos, entre o Jornal Nacional e os primeiros minutos da novela Velho Chico. SBT, em terceiro lugar, teve 12,7 pontos, e a Band, em quarto, 2,2, com a exibição dos programas da Igreja Internacional da Graça de Deus.

Fonte: gospelmais

A atividade do Espírito Santo na conversão

Muitas pessoas vêm à fé em Jesus Cristo muito tempo antes de serem capazes de elaborar a teologia da regeneração e conversão. Lentamente, nós percebemos que o que parecia um ato “simples” – crer em Cristo – foi na verdade uma experiência complexa da atividade divina. O Espírito Santo precisou ser secretamente ativo, uma vez que “ninguém pode dizer Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo” (1Coríntios 12.3).
Entrelaçada nesta obra de graça, então, está a atividade despercebida do Espírito conforme ele nos convence de que as Escrituras – nossa fonte última para conhecer a Cristo – são a Palavra de Deus. Vir a esta convicção também parece simples e fácil. Mas quando examinado de perto, revela uma complexidade similar da maravilhosa atividade divina.
No caso da fé em Cristo, o padrão é:
(1) a encarnação do Filho;
(2) a sua revelação sobre a sua identidade;
(3) a sua corroboração multifacetada em palavras e obras;
(4) iluminação nos corações dos que creem.
Tudo isso resulta em vermos quem Jesus é e na confiança nele.
Assim, o Espírito nos convence sobre Jesus inteiramente na base do próprio Jesus. Mesmo assim, esse convencimento surge porque o Pai o mandou, porque Jesus dá evidência de quem ele é, e porque o Espírito abre nossos olhos cegos para reconhecê-lo. Como com Pedro, nossa convicção não é uma questão de carne e sangue (Mateus 16.16-17); como Maria no jardim, nós podemos não reconhecer à primeira vista quem Jesus realmente é (João 20.14); como os discípulos no caminho de Emaús, nossos olhos precisam ser abertos (Lucas 24.31).
Entretanto, nosso único acesso agora ao conhecimento do Verbo que Vive (Jesus) é através da Palavra escrita. Fé em Cristo depende do divino caráter e testemunho da Escritura. Nós vamos a Cristo através das palavras dos Apóstolos (João 17.20).
Não de maneira surpreendente, portanto, o processo pelo qual nós somos convencidos que a Escritura é a Palavra de Deus tem uma estrutura fundamental similar à convicção da fé sobre Cristo:
(1) A inspiração da Escritura – é soprada por Deus.
(2) A revelação da identidade da Escritura nas reivindicações dela sobre ser a Palavra de Deus.
(3) A corroboração da autoridade da Escritura nas evidências de que é a Palavra de Deus através da mensagem dela sobre o caráter de Deus, as obras salvíficas dele, profecias cumpridas e os efeitos dela na vida do povo de Deus.
(4) A iluminação da mensagem da Escritura através do abrandamento dos corações endurecidos, do se render das vontades teimosas e do abrir dos olhos cegos que o Espírito realiza ao lermos e ouvirmos a mensagem dela.
Pergunta: Por que, então, a conversão a Cristo e a convicção sobre a Escritura ser a Palavra de Deus nos parecem tão simples: “Eu creio em Jesus Cristo” e “Eu creio que a Escritura é a Palavra de Deus”?
Resposta: Porque em ambas as instâncias, o objeto da nossa crença é a razão final de nossa crença. Assim, o Espírito não adiciona informação nova sobre Jesus. Ele simplesmente abre nossos olhos para ver quem ele realmente é: “Tu és o Cristo”.
O Espírito também não sussurra direta e pessoalmente a nós: “A Bíblia é a Palavra de Deus”. Não, o testemunho dele vem através das próprias Escrituras. Ele nos capacita a ver a Escritura como ela realmente é quando nós a lemos ou a ouvimos. Ele faz com que nossos corações queimem quando nós temos a experiência de, na Escritura, Deus “discorrer conosco” (no presente; Hebreus 12.5).
Esta foi a experiência de Timóteo. Deus “inspirou” as Escrituras (2Timóteo 3.16). Elas reivindicam ser a Palavra de Deus (v. 15). Timóteo foi confrontado com a evidência (inclusive as vidas transformadas da mãe, avó e pai espiritual dele; vv. 10, 14). Timóteo foi convencido (v. 14).
Esta foi a experiência dos tessalonicenses. Paulo levou a Palavra a Tessalônica, ela foi falada como a Palavra de Deus, ela deu evidência da própria identidade, os tessalonicenses a acolheram “não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus” (1Tessalonicenses 2.13). Esse convencimento foi obra do Espírito (1.5). Essa é a doutrina do testemunho interno do Espírito expressa em sua forma mais simples.
Esta é a nossa experiência, também. O mesmo testemunho do Espírito que é experimentado em qualquer lugar onde alguém venha à fé em Cristo e creia na Escritura como Palavra de Deus. Alguém vai experimentar isso hoje. Faça uma pausa, e agradeça a Deus por isso.

Fonte: Voltemos ao evangelho

Exército jihadista tem 10 mil crianças-soldados

O mundo ficou horrorizado quando o grupo terrorista nigeriano Boko Haram sequestrou 276 adolescentes que estudavam em uma escola cristã na cidade de Chibok. Isso foi em 2014, mas recentemente foi divulgado um vídeo mostrando que todas estão islamizadas e a maioria se tornou escrava sexual. Nas imagens, algumas aparecem com filhos pequenos no colo. O assunto voltou a ser pauta da imprensa.
De fato, o empobrecido norte da África recebe menos atenção da mídia que os conflitos no Oriente Médio, mas o Boko Haran hoje é a face mais mortal do Estado Islâmico, a quem jurou lealdade. O novo líder dos extremistas nigerianos, Abu Masab el Barnaw foi apontado pelo EI e ao assumir, avisou que a prioridade deles é “matar todos cristãos e queimar todas as igrejas“.
O Wall Street Journal (WSJ) publicou uma extensa matéria-denúncia, dando conta que os jihadistas sequestraram mais de 10.000 meninos nos últimos três anos na Nigéria e no Camarões. Seguindo o modelo do EI, as crianças são forçadas a se converter ao Islã e recebem treinamento militar. Muitos são órfãos de pais e mães cristãos mortos nos ataques do Boko Haran às aldeias do interior.
O relatório investigativo dá conta que esse novo exército é formado por meninos com idade entre 7 e 17. Existem campos de treinamento para essas crianças-soldados. Os instrutores também são dessa faixa etária. Segundo o WSJ, “O que está acontecendo no nordeste da Nigéria é parte de um inquietante endurecimento do jihadismo infantil. Todos eles estão sendo doutrinados para aceitar o fundamentalismo violento e participar de combates contra adultos. Há entre eles futuros homens-bomba e espiões”. Muitos são espancados quando desobedecem e alguns morreram de fome ou sede para servir de exemplo aos outros.
O jornal vai além, lembrando que as facções da Al Qaeda no Iêmen, Somália e Mali também estão usando crianças como soldados. Até agora a ONU não tomou nenhum tipo de atitude em relação a isso.
Meninos-bomba com 6 anos de idade
O WSJ entrevistou 16 jovens nigerianos que escaparam das mãos do Boko Haram. O que eles descrevem é um cenário de horror, pois em alguns casos, os meninos são enviados para a batalha sem armas e sob o efeito de drogas. Eles funcionam como escudos-humanos.
A parte mais terrível do testemunho de quem viveu essa realidade é a descrição das execuções. “Os soldados nos disseram ‘Está tudo bem se você matar, mesmo que sejam os seus pais'”, narra Samiyu, uma dessas testemunhas vivas da barbárie. Ele viu um jovem ser decapitado por outro no primeiro dia de seu cativeiro. O tempo todo os meninos ouvem que precisam obedecer as ordens de acabar com os infiéis “para chegarem ao céu”.
Fatima, 20, uma das poucas meninas que vivem nesses acampamentos, explica que em cada um vivem cerca de mil pessoas. Alguns poucos adultos supervisionam tudo com mão de ferro. “Você pode ver crianças de 12 anos falando sobre queimar aldeias”, disse ala ao WSJ.
Há relatórios de ações do exército nigeriano, que prendeu 34 terroristas-mirins, com idades variando de 9 a 15. Muitos deles receberam algum dinheiro e um galão de gasolina. Sua tarefa era incendiar suas escolas, o que condiz com o nome do grupo. Na língua local, Boko Haram significa: Educação não islâmica é pecado.
Felicité Tchibindat, que dirige a operação da Unicef em Camarões, disse crianças a partir dos seis anos foram treinadas para carregar bombas em mercados e mesquitas. Segundo explica, eles não chamam atenção e por isso conseguem praticar atentados terroristas com mais facilidade.
Já Mausi Segun, pesquisador da ONG Human Rights Watch acredita que “dessa geração inteira de meninos desaparecidos, a grande maioria vai morrer no conflito”.

Fonte: gospelprime

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