NOSSA MISSÃO: “Anunciar o Evangelho do Senhor Jesus à todos, transformando-os em soldados de Cristo, através de Sua Palavra.”

Versículo do Dia

Versículo do Dia Por Gospel+ - Biblia Online

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Quando a cultura vira Evangelho

O relacionamento dos cristãos com a cultura na qual estão inseridos sempre representou um grande desafio para eles. Opções como amoldar-se, rejeitar a cultura, idolatrá-la ou tentar redimi-la têm encontrado adeptos em todo lugar e época. Em nosso país, com uma cultura tão rica, variada e envolvente, o desafio parece ainda maior nos dias atuais. Como aqueles que crêem em Jesus Cristo e adotam os valores bíblicos quanto à família, trabalho, lazer, conhecimento e as pessoas em geral podem se relacionar com esta cultura?
Existem muitas definições disponíveis e parecidas de cultura. No geral, define-se como o conjunto de valores, crenças e práticas de uma sociedade em particular, que inclui artes, religião, ética, costumes, maneira de ser, divertir-se, organizar-se, etc.
Os cristãos acrescentam um item a mais a qualquer definição de cultura, que é a sua contaminação. Não existe cultura neutra, isenta, pura e inocente. Ela reflete a situação moral e espiritual das pessoas que a compõem, ou seja, uma mistura de coisas boas decorrentes da imagem de Deus no ser humano e da graça comum, e coisas pecaminosas resultantes da depravação e corrupção do coração humano. Toda cultura, portanto, por mais civilizada que seja, traz valores pecaminosos, crenças equivocadas, práticas iníquas que se refletem na arte, música, literatura, cinema, religiões, costumes e tudo mais que a compõe.
Deste ponto de vista a definição de cultura é bem próxima à definição que a Bíblia dá de "mundo," a saber, aquele sistema de valores, crenças, práticas e a maneira de viver das pessoas sem Deus. Poderíamos dizer que “mundo” compreende os traços da cultura humana que refletem a sua decadência moral e espiritual e seu antagonismo contra Deus.
De acordo com João as paixões carnais, a cobiça e a arrogância do homem marcam o mundo. Como tal, o mundo é frontalmente inimigo de Deus e os cristãos não devem amá-lo:
1João 2:15-16 - "Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo."
Tiago vai na mesma linha:
Tiago 4:4 - "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus".
Escrevendo aos romanos, Paulo os orienta a não se moldarem ao presente século - um conceito escatológico do mundo presente, debaixo da lei e do pecado e caminhando para seu fim:
Romanos 12:2 - "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus".
O próprio Jesus ensinou que o mundo o odeia e odeia aqueles que são seus dicípulos, pois não são do mundo:
João 15:18-19 – “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia”.
Não é de se estranhar, portanto, que aqueles cristãos que levam a Bíblia a sério sempre tiveram uma atitude, no mínimo, cautelosa em relação à cultura, por perceberem nela traços da corrupção humana - ou seja, do mundo.
Ao mesmo tempo em que a Bíblia define o mundo de maneira negativa, ela admite que existem coisas boas na sociedade em decorrência do homem ainda manter a imagem de Deus – em que pese a Queda – e em decorrência de Deus agir na humanidade em geral de maneira graciosa. Deus concede às pessoas, sendo elas cristãs ou não, capacidade, habilidades, perspicácia, criatividade, talentos naturais para as artes em geral, para a música – enfim, aquilo que chamamos de graça comum. É interessante que os primeiros instrumentos musicais mencionados na Bíblia aparecem no contexto da descendência de Caim (Gênesis 4:21) bem como os primeiros ferreiros (4:22) e fazedores de tendas (4:20). Paulo conhecia e citou vários autores da sua época, que certamente não eram cristãos (Epimênides, Tt 1:12; Menander, 1Cor 15:32; Aratus, Acts 17:28). Jesus participou de festas de casamento (João 2) e Paulo não desencorajou os crentes de Corinto a participar de refeições com seus amigos pagãos, a não ser em alguns casos de consciência (1Co 10:27-28).
Portanto, a grande questão sempre foi aquela do limite – onde eu risco a linha de separação? Até que ponto os cristãos podem desfrutar deste mundo, até onde podem se amoldar à cultura deste mundo e fazer parte dela?
Dá para ver porque ao longo da história a Igreja cristã foi considerada algumas vezes como obscurantista, reacionária, um gueto contra-cultural. Nem sempre os seus inimigos perceberam que os cristãos, boa parte do tempo, estavam reagindo ao mundo, àquilo que existe de pecaminoso na cultura, e não à cultura em si. Quando missionários cristãos lutam contra a prática indígena de matar crianças, eles não estão querendo acabar com a cultura dos índios, mas redimi-la dos traços que o pecado deixou nela. Eles estão lutando contra o mundo. Quando cristãos criticam Darwin, não estão necessariamente deixando de reconhecer sua contribuição para nosso conhecimento dos processos naturais, mas estão se posicionando contra a filosofia naturalista que controlou seu pensamento. Quando torcem o nariz para Jacques Derrida, não estão negando sua correta percepção das ambigüidades na linguagem, mas sua conclusão de que não existe sentido num texto. Gosto de Jorge Amado mas abomino seu gosto pela pornografia,
Por ignorarem ou desprezarem a presença contaminadora do mundo na cultura é que alguns evangélicos identificam a cultura como a expressão mais pura e autêntica da humanidade. Assim, atenuam – e até negam – a diferença entre graça comum e graça salvadora, entre revelação natural e revelação especial. Evangelizar não é mais chamar as pessoas ao arrependimento de seus pecados – refletidos inclusive em suas produções culturais, poéticas, artísticas e musicais – mas em afirmar a cultura dos povos em todos os seus aspectos. O Reino de Deus é identificado com a cultura. Não há espaço para transformação, redenção, mudança e transformação – fazê-lo seria mexer com a identidade cultural dos povos, a sua maneira de ser e existir, algo que com certeza deixaria antropólogos de cabelo em pé.
A contextualização sempre foi um desafio para os missionários e teólogos cristãos. De que maneira apresentar e viver o Evangelho em diferentes culturas? Pessoalmente, acredito que há princípios universais que transcendem as culturas. Eles são verdadeiros em qualquer lugar e em qualquer época. Adultério, por exemplo, é sempre adultério. Pregar o Evangelho numa cultura onde o adultério é visto como normal significa identificá-lo como pecado e lutar contra ele, buscando redimir os adúlteros e adúlteras e restaurar os padrões bíblicos do casamento e da família. Enfim, redimir e transformar a cultura, fazê-la refletir os princípios do Reino de Deus.
Nem sempre isto é fácil e possível de se fazer rapidamente. Missionários às tribos africanas onde a poligamia é vista como normal que o digam. O caminho possível tem sido tolerar a poligamia dos primeiros convertidos, para não causar um problema social grave com a despedida das esposas. Mas a segunda geração já é ensinada o padrão bíblico da monogamia.
É preciso reconhecer que nem sempre os cristãos conseguiram perceber a distinção entre mundo e cultura. Historicamente, grupos cristãos têm sido contra a ciência, a arte, a música e a literatura em geral, sem fazer qualquer distinção. Todavia, estes grupos fundamentalistas não representam a postura cristã para com a cultura e nem refletem o ensino bíblico quanto ao assunto. Os reformados, em particular, caracteristicamente sempre se mostraram sensíveis às artes e viam nelas uma manifestação da graça comum de Deus à humanidade. Apreciavam a pintura, a música, a poesia e a literatura.
O grande desafio que Jesus e os apóstolos deixaram para os cristãos foi exatamente este, de estar no mundo, ser enviado ao mundo, mas não ser dele (Jo 17:14-18). Implica em não se conformar com o presente século, mas renovar-se diariamente (Rm 12:1-3), de não ir embora amando o presente século, como Demas (2Tm 4:10). É ser sal e luz.
Para os que deixam de levar em conta a presença da corrupção humana na cultura, os poetas, músicos, artistas e cientistas se tornam em sacerdotes, a produção deles em sacramento e costurar e tecer em evangelização.

Por Augustus Nicodemos

Houve festa no inferno com a morte de Jesus?



O ministério de louvor Diante do trono da Igreja Batista Lagoinha, em 2000, lançou um CD cujo título é “águas purificadoras”. Dentre as canções daquele álbum, houve uma que promoveu alguns questionamentos entre os pastores e teólogos, "A vitória da cruz". 

Esta música, apesar do titulo, contém uma frase controversa que diz: ”Jesus crucificado e o inferno em festa se alegrou. Pensaram ter vencido e derrotado o salvador”.

Ora, a letra dessa canção é uma inverdade, até porque, o adversário das nossas almas e suas hostes malignas, não tinham o que comemorar visto que as Escrituras sempre deixaram bem claro que a morte de Cristo na cruz foi suficiente para vencer satanás. (Gênesis 3:15; Colossenses 2:15) Portanto,  é um grave equívoco afirmar que os demônios se alegraram ou fizeram festa com a morte de Cristo, pois foi exatamente na sua morte que eles foram derrotados. Além disso, a Bíblia em nenhum momento afirma que o inferno é morada de satanás, antes pelo contrário, as Escrituras desconstroem esse pensamento. (Jó 1:06; Efésios 6:1-12) Ademais, vale a pensa ressaltar que o diabo tentou impedir e até mesmo matar Jesus, antes mesmo que ele chegasse à cruz (Lucas 4.28-30). Isso sem falar é claro, que o diabo não é dono de nada, nem tampouco tem chave de alguma coisa, mesmo porque as Escrituras afirmam que Jesus é quem tem a chave da morte e do inferno. (Apocalipse 1:18) 

Pense nisso!

Renato Vargens

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Líderes cristãos voltam a ser presos na Rússia por evangelismo

Desde o fim da União Soviética não se ouvia falar sobre líderes cristãos sendo presos na Rússia. Durante o período de governo comunista (1917-1989) o ateísmo era a norma e eram frequentes os relatos de perseguição por trás da “cortina de ferro”. Contudo, uma mudança na legislação este ano mexeu profundamente com a liberdade religiosa em solo russo.
O presidente Vladimir Putin sancionou em junho uma lei que proíbe a pregação religiosa fora dos limites dos templos. Surgem agora os primeiros relatos de líderes cristãos sendo presos por ter anunciado Jesus fora de suas igrejas.
O jornal The Moscow Times relata que Sergei Zhuravlyov, da Igreja Ortodoxa Ucraniana Reformada Cristo o Salvador, foi preso no início deste mês na cidade de São Petesburgo. Ele estava pregando perto de um local onde se reúne a comunidade judaica. A polícia foi chamada e ele é acusado de violar a lei, realizando “atividade missionária ilegal”.
Zhuravlyov acionou seus advogados e já foi liberado sob fiança. Seu processo foi enviado para um tribunal e ele deve ser julgado em breve. Segundo a agência de notícias Interfax, o líder também está sendo acusado de “fomentar atitudes negativas em relação à Igreja Ortodoxa Russa”. A imprensa local trata o assunto como político, uma vez que a Rússia e a Ucrânia estão em situação de guerra desde a invasão russa da Crimeia, em 2014.
Na semana passada, afirma o Christian Daily, foi preso o missionário norte-americano Donald Ossewaarde. Pastor batista, ele foi acusado de realizar estudos da Bíblia em lares de famílias russas na cidade de Oryol. De modo similar ao caso de Zhuravlyov, ele foi levado para a delegacia, multado em cerca de 2 mil reais e liberado. Seu caso irá a julgamento em breve. Ele está fazendo denúncias na internet que o advogado russo que deveria defendê-lo simplesmente lhe disse para ir embora da cidade e não recorrer da sentença.
Pelos termos da nova legislação, se um cidadão russo for pego falando sobre religião fora dos locais de culto terá de pagar uma multa que varia entre 250 e 2500 reais. Se for uma organização formal (missão), o valor pode chegar a 50 mil. Caso seja estrangeiro, além da multa pode ser deportado. Por isso, muitas missões estrangeiras e ONGS de fundo religioso consideram a possibilidade de encerrar as atividades no país.
Líderes missionários se manifestam
Hannu Haukka, presidente da Ministério Grande Comissão denuncia que a nova legislação é o movimento mais restritivo à liberdade religiosa na “história pós-soviética”.
“Esta nova situação assemelha-se a União Soviética em 1929, quando falar de fé era algo só permitido dentro da igreja”, explica Haukka. “Em termos práticos, estamos de volta na mesma situação.”
O pastor Sergey Rakhuba, presidente da Missão Eurásia, conta que isso gerou preocupação nas sete denominações autorizadas a funcionar no país. Os evangélicos russos são menos de um por cento da população.  “Não nos impedirão de adorar e compartilhar nossa fé. A Grande Comissão não vale apenas para os tempos em que há liberdade”, asseverou.
O presidente da Comissão Internacional Sobre Liberdade Religiosa, Thomas J. Reese, também criticou a lei, avisando que ela “tornará mais fácil para as autoridades russas reprimir as comunidades religiosas, sufocando-as e prendendo pessoas”. Para ele, isso viola “os direitos humanos e os padrões internacionais de liberdade religiosa.”

Fonte: gospelprime

Qual é a principal razão das invenções neopentecostais sobre batalha espiritual?

Quase todos os dias eu fico sabendo de uma nova doutrina relacionado à batalha espiritual. Na verdade, é impressionante a quantidade de bobagens, heresias e esquisitices fabricadas por alguns  líderes evangélicos.

Nessa semana eu fiquei pensando sobre os reais motivos que levam pastores e "apóstolos" a inventarem tantas doutrinas relacionadas a batalha espiritual, e cheguei a conclusão que em parte  isso deve a um parco entendimento sobre a doutrina da suficiência de Cristo.

Isso mesmo! Tanto os pastores como os apóstolos modernos demonstram desconhecer que a morte e ressurreição de Cristo foi suficiente para livrar e libertar o homem de qualquer tipo de maldição, mesmo porque, se conhecessem essa verdade não inventariam tantas estapafúrdias doutrinas. Senão bastasse isso a supremacia e a suficiência de Cristo têm sido negadas pelos mais variados tipos de pastores cujos ensinos não encontram respaldo nas Escrituras. 

Contrapondo-se a visão destes pastores e apóstolos de que além de Cristo é preciso  mais alguma coisa, para libertar o pecador das maldições provenientes das trevas,  afirmo sem titubeios que Cristo é tudo, e que sua obra na cruz foi plena, completa e que nada nem ninguém, nem tampouco nenhuma estratégia de batalha espiritual pode contribuir com a libertação do pecador. (João 8:36; Colossenses 1:13)

Isto posto, afirmo sem titubeios que Cristo é suficiente e que tentar inserir doutrinas, mandingas, achismos ou percepções espirituais no cotidiano do cristão afirmando ser isso armas de uma batalha espiritual é pecar contra Cristo, bem como as verdades reveladas pelas Escrituras.

Pense nisso!

Renato Vargens

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Billy Graham esclarece o que significa o mandamento para “não julgar”

 Quando Jesus disse que as pessoas não devem julgar, ele não estava dizendo para não denunciarem o comportamento errado, explica o renomado evangelista Billy Graham.
Recentemente, Graham foi questionado em seu site por que Jesus deu o mandamento para não julgarmos (Lucas 6:37). Ainda que acredite que “só Deus tem o direito” de julgar, isso não isenta os cristãos de apontarem os erros.
“Isso não significa que devamos ficar indiferentes ao que é certo ou errado, ou não termos consciência dos perigos resultantes das decisões imorais ou das falsas crenças. Tampouco significa que devemos esquecer dos nossos próprios pecados”, ensina Graham.
Referindo-se ao contexto da passagem, parte do Sermão do Monte, lembrou que Jesus nos exorta a julgar entre caminhos verdadeiros e os falsos.  Ele também nos ordena a ser juízes de nossos próprios pecados.
“Que podem ser muito maiores que aqueles que enxergamos nos outros”, sublinhou.
Graham disse ao internauta que fez pergunta que é algo natural quando os outros questionam a nossa fé cristã, mas que Jesus é a verdade e disso não podemos duvidar. O evangelista de 97 anos já respondeu esse tipo de pergunta outra vezes.
Em outra ocasião, sua resposta citou Mateus 7. “Jesus estava dizendo que não devemos procurar corrigir uma pessoa quando somos culpados do mesmo ou de outro pecado… Mas Ele nunca teve a intenção de ensinar que seus discípulos deveriam anular sua capacidade de discernimento ou julgamento”, finalizou. Com informações de Christian Post

terça-feira, 30 de agosto de 2016

#Conjubag 31


Como vencer a ansiedade

A ansiedade é um parasita que estrangula nossas emoções e rouba nosso viço. É considerada o mal do século, pois atinge pessoas de todos os estratos sociais, de todos os credos religiosos e de todas as faixas etárias. A ansiedade é uma espécie de asfixia da alma, um estrangulador das emoções. Destacaremos quatro pontos importantes no trato dessa matéria:
Em primeiro lugar, a causa da ansiedade. Jesus Cristo ao falar sobre a ansiedade diz que os gentios que não conhecem a Deus é que ficam ansiosos quanto ao que comer, beber e vestir. A incredulidade é a causa da ansiedade. Ficamos ansiosos porque duvidamos que Deus é suficientemente bom e sábio para cuidar de nossa vida. Ficamos ansiosos porque tentamos tomar o destino de nossa vida em nossas próprias mãos. Só temos duas opções: descansamos na bondosa providência de Deus ou seremos estrangulados emocionalmente pela ansiedade.
Em segundo lugar, os perigos da ansiedade. A ansiedade é inútil, pois por mais ansiosos que estejamos, não conseguiremos acrescentar sequer alguns centímetros ao curso da nossa vida. Não nos fortalecemos para lidar com as tensões do futuro, ficando ansiosos hoje. A ansiedade não tonifica os músculos da nossa alma; afrouxa-os. A ansiedade não nos equipa para a luta; enfraquece-nos. A ansiedade não nos capacita a vencer; derrota-nos. A ansiedade além de inútil, é também, prejudicial, pois nos leva a ocupar-nos de um problema que ainda não está acontecendo. Está provado que mais de setenta por cento dos assuntos que nos deixam ansiosos nunca vão acontecer. A ansiedade antecipa problemas fictícios e nos leva a sofrer por eles como se já estivessem acontecendo. A ansiedade é, também, uma ilusão, pois nos dá a sensação de que estamos no controle da situação, ou que precisamos tomar as rédeas da nossa vida em nossas próprias mãos. Uma pessoa ansiosa, consequentemente, vive sobressaltada. Não descansa. Não tem paz.
Em terceiro lugar, o remédio divino para a ansiedade. Devemos lidar com a ansiedade de três formas distintas: Primeiro, devemos orar corretamente. Paulo escreve: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp 4.6). A palavra “oração” tem aqui o significado de adoração. Então, você adora a Deus por quem Deus é, dá graças a Deus pelo que ele faz e suplica a ele, porque ele é seu Pai. Quando oramos corretamente, triunfamos sobre a ansiedade. Segundo, devemos pensar corretamente. Paulo ainda continua: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama […] seja isso que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4.8). A batalha contra a ansiedade é decidida no campo da mente. Se focarmos nossos pensamentos nos problemas, seremos vencidos por ela; mas, se voltarmos nossos pensamentos para Deus, então ganharemos a peleja. Terceiro, devemos agir corretamente. Paulo conclui: “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai…” (Fp 4.9). A vitória sobre a ansiedade não está apenas no campo do conhecimento; mas, sobretudo, na arena da prática, na geografia da obediência.
Em quarto lugar, a cura para a ansiedade. Ansiedade produz tormento mental, estrangulamento emocional e ausência de paz. Quando, porém, buscamos a face de Deus em oração, alimentamos nossa mente com pensamentos lá do alto e colocamos em prática o que aprendemos das Escrituras, então, a ansiedade bate em retirada e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, vem habitar em nós, montando guardas e sentinelas ao redor do nosso coração e da nossa mente. Mais do que isso, o próprio Deus da paz caminha conosco e nos conduz em triunfo!

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Deus não manda pessoas para o inferno; Elas que escolhem ir para lá, diz evangelista

Deus não manda as pessoas para o inferno, mas na verdade as pessoas precisam passar por cima de Jesus e enviam a si mesmas, explicou o renomado evangelista Greg Laurie. Ele realizou neste final de semana uma cruzada na Califórnia, que contou mais de 37.000 participantes. O evento foi no Estádio do time de beisebol Angels. O evento foi assistido por outras milhares de pessoas que acompanharam a transmissão on-line.
Laurie é pastor da megaigreja Harvest Christian Fellowship e autor de mais de 70 livros. Seu trabalho como evangelista é bastante conhecido nos Estados Unidos. Em seu sermão de sábado, Laurie abordou o que ele considera as três grandes questões da vida: “Por que sou tão solitário?”, “Por que sinto um vazio no meu interior?” e “O que acontece depois que eu morrer?”. Lembrou a todos que não irão encontrar as respostas fazendo uma pesquisa no Google.
Falando a um público que está acostumado a ouvir sobre cristianismo, ressaltou que ninguém é salvo por causa da tradição. Fez a advertência de que é preciso entregar a vida a Cristo, caso contrário sofrerão consequências terríveis. “Eles vão para o inferno”, sublinhou.
Disse saber que muitos não iriam gostar de ouvir isso. “Desculpe, sou apenas o mensageiro. Eu não escrevi o roteiro, mas tenho que entregá-lo por completo”, numa provocação sutil às igrejas que anunciam apenas as bênçãos de Deus na terra sem se preocupar em ter certeza da salvação da alma.
Laurie acredita que, de certa forma, as pessoas não estão mais ouvindo sobre isso nas igrejas. “Escute isso. Jesus Cristo falou mais sobre o inferno que todos os outros pregadores da Bíblia juntos”, afirmou. “Saiba isto: a última coisa que Deus quer é que alguém vá para o inferno”, anunciou diante do estádio lotado.
Passou então a falar sobre a misericórdia de Deus e de como as pessoas muitas vezes perguntam como um Deus que ama pode mandar pessoas para o inferno. “Atenção! Deus não envia as pessoas para o inferno. Elas que escolhem ir para lá”, explicou Laurie.
Citando várias passagens, assegurou que “O inferno não foi feito para as pessoas. De acordo com Jesus, foi feito para o diabo e seus anjos”. “Escute, amigo, se você acabar indo para o inferno, praticamente precisará passar por cima de Jesus para chegar lá”, insistiu.
Plano de salvação
Detalhando o plano de salvação, disse à multidão que sem crermos que a morte de Jesus na cruz pelos nossos pecados, não há salvação eterna.
“Estamos dando-lhe um aviso,” anunciou o evangelista. “Você pode ir para o céu. Pode mudar o seu endereço eterno esta noite, se você crer em Jesus”.
Segundo a organização da Cruzada, após o apelo, mais de 3.960 pessoas presentes no estádio repetiram a oração no sábado, entregando suas vidas a Cristo. Além disso, no dia anterior o total de decisões foram 3.319, contando os presentes e os que preencheram o formulário on-line.
Àqueles que tomaram a decisão foram dadas Bíblias e coletado seus dados para que sejam encaminhados a igrejas próximas de suas residências. Com informações de Christian Post

domingo, 28 de agosto de 2016

Filme sobre perseguição aos cristãos é sucesso de bilheteria

O filme “The Insanity de Deus” [A Insanidade de Deus], que conta a história de perseguição aos cristãos em todo o mundo, não estará entre as maiores bilheterias do ano. Também não concorrerá ao Oscar no ano que vem. Mesmo assim, pode ser considerado um sucesso.
Baseado nas experiências de Nik e Ruth Ripken, cujo filho foi morto enquanto servia como missionários na África, o documentário entrevistou mais de 600 obreiros cristãos em 72 países. Ele mostra histórias de perseguição na África, Rússia, Ásia e Oriente Médio. Também revela como a igreja cristã continua crescendo mesmo sob grande pressão contrária.
O nome é uma referência ao que eles entendem ser, aos olhos humanos, uma “insanidade”. O diretor da LifeWay Films Trey Reynolds acredita que o longa poderá inspirar a igreja a orar mais pelos cristãos que são perseguidos. Ele também espera que o filme estimule os crentes a compreender a importância de se compartilhar o evangelho com outras pessoas enquanto há tempo.
“Eu olho para o que estes homens e mulheres passaram. Não negam a Cristo, mesmo quando sabem que isso pode lhes custar a vida”, ressalta Reynolds. “Sinto vontade de atravessar a rua para falar com o meu vizinho sobre Cristo e conversar com meus familiares que não são salvos. Essa é a pergunta que espero que as pessoas se façam: Jesus realmente vale a pena? Vou segui-lo por toda a minha vida, em quaisquer circunstâncias? ”
Devido a uma ação coordenada, na última quinta-feira (25), “The Insanity de Deus” chegou ao topo das vendas de ingressos no site especializado MovieTickets.com. Ele superou filmes de Hollywood como “Esquadrão Suicida”. O sucesso se explica por que igrejas fizeram compras coletivas, visando lotar os cinemas de fiéis.
O motivo é simples: o filme será exibido apenas um dia. Por causa das dificuldades de distribuição e falta de orçamento para divulgação, Reynolds explica que a estratégia visa causar impacto e gerar interesse de outras pessoas pelo documentário.
Raramente filmes com temática cristã são sucesso no competitivo mercado de cinema. “The Insanity de Deus” vai ser exibido nos cinemas norte-americanos somente na terça, 30 de agosto.
Serão 530 salas de exibição, enquanto a média de uma superprodução é mais de 2.000. No mês seguinte estará disponível para download e nos formatos DVD e Blu-Ray. Não há previsão para sua chegada ao Brasil. Com informações de Christian Examiner

sábado, 27 de agosto de 2016

Congresso de Jovens na IB Sinai


Pregação “de qualidade” é o que mais atrai as pessoas à igreja

Um novo estudo do Centro de Pesquisas Pew pesquisou o que mais atrai os cristãos na hora de escolher uma igreja para congregar. Foram entrevistadas 5.000 pessoas e os resultados mostram que o púlpito ainda é o aspecto mais relevante para quem busca um local onde possa cultuar. A margem de erro da pesquisa, que foi realizada no final de 2015, é de 2 pontos percentuais.
“O que as pessoas valorizam em uma congregação é principalmente uma boa mensagem, uma boa homilia. Ela precisa fazer sentido e oferecer-lhes orientação”, afirma Greg Smith, diretor-associado do Pew.
A grande maioria dos evangélicos (92%) coloca o sermão no topo da sua lista de fatores decisivos, o percentual é de 67 para os católicos. Em segundo lugar está o fato dos líderes e membros fazerem com que o visitante sinta-se bem-vindo (79%) e logo em seguida, o fato do culto ser “atraente” (74%).
A mudança de igreja é um aspecto relativamente comum na vida cristã. Ela pode ocorrer por vários fatores. A razão mais comum (34 %) é a mudança de endereço do fiel. Menos frequente são razões teológicas (26%) ou a insatisfação com a igreja a qual pertencia ou com seu pastor (3%). As mudanças de convicções pessoais são responsáveis por apenas 5% dos casos.
Cerca de metade das pessoas que buscam uma nova congregação (48%) não se importaram de mudar também de denominação. Como a entrevista abordou vários ramos do cristianismo, entre os católicos a mudança de congregação é bem menor, com apenas um terço dos membros considerando isso uma possibilidade.

Fonte: gospelprime

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Um clamor pela intervenção de Deus

“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada” (Sl 119.126).
O salmista, olha ao seu redor e vê sua nação mergulhada numa grande crise. Essa crise é resultado da apostasia religiosa e do colapso moral. A lei de Deus, reguladora da fé e conduta, estava sendo violada. Ainda hoje, essa crise permanece. A lei de Deus está sendo escarnecida. Os dez mandamentos estão sendo desprezados como coisa de nenhum valor. Por isso, também, devemos clamar por uma intervenção de Deus. Vejamos em que sentido a lei de Deus está sendo violada:
Em primeiro lugar, o único Deus está sendo substituído por outros deuses. O primeiro mandamento estabelece que há um só Deus. Os deuses dos povos foram criados pelo homem, mas o Deus verdadeiro é o criador, provedor e salvador do seu povo. Nele devemos colocar nossa confiança. Fora dele não há salvação.
Em segundo lugar, o culto espiritual está sendo corrompido pela idolatria. O segundo mandamento mostra que o único Deus vivo e verdadeiro deve ser adorado da maneira que ele mesmo prescreve em sua palavra. Portanto, toda  forma de idolatria é uma deturpação do culto. Deus não busca adoração, mas adoradores que o adorem em espírito e em verdade.
Em terceiro lugar, o nome de Deus tem sido desonrado pela falta de reverência. O teceiro mandamento revela que o nome de Deus deve ser santificado. Tomar seu nome em vão é desonrar a Deus, utrajar sua glória e ofender sua santidade. Palavras imorais, piadas indecorosas e expressões desprovidas de reverência com o santo nome de Deus é uma ofensa ao Altíssimo.
Em quarto lugar, o dia do Senhor tem sido desprezado pela secularização. A sociedade está cada vez mais secularizada. Os homens esquecem-se de Deus, buscam seus próprios interesses e fazem isso, inclusive, no dia que Deus reservou para o seu povo adorá-lo. A guarda do dia do Senhor nos foi dada para nosso deleite em Deus e o nosso descanso das lides da vida.
Em quinto lugar, os pais têm sido desonrado pelos filhos em nossa geração.  Honrar pai e mãe é o caminho da longevidade e da prosperidade. Honrar pai e mãe é um gesto que agrada a Deus, fortalece a família e abençoa a sociedade.
Em sexto lugar, a vida humana está sendo banalizada. O sexto mandamento trata da sacralidade da vida. Só Deus tem poder para dar a vida e autoridade para tirá-la. Somos guardiões do próximo e não seus flageladores. Não  podemos tirar do próximo o seu bem maior, a própria vida.
Em sétimo lugar, a honra do próximo está sendo aviltada. Os valores morais estão de ponta-cabeça nessa sociedade hedonista e imoral. O aviltamento do sexo, o incentivo ao adultério e a prosmicuidade dos costumes aproxima nossa geração de Sodoma e Gomorra.
Em oitavo lugar, a honestidade no trato com dinheiro está em franco declínio. Depois que a lei de Deus tratou do respeito à vida e à honra do próximo, o oitavo mandameneto lida com o respeito aos bens do próximo. Em vez de roubar, o homem deve trabalhar. Em vez de usar de espertezas para saquear o alheio, o homem deve socorrer os necessitados.
Em nono lugar, o nome do próximo tem sido enlameado pela maledicência. O nono mandamento lida com a honra ao nome do próximo. Em vez de falar mal, devemos considerar uns aos outros em honra.  Em vez de desmerecer o próximo com calúnias mordazes, devemos abençoá-lo com atitudes nobres.
Em décimo lugar, desejar ilicitamente o que é do próximo é fazer do coração um laboratório de crimes. O décimo mandamento é o único do decálogo que é subjetivo. Deus considera não apenas nossas ações, mas, também, nossas motivações. Ele vê não apenas nossos atos, mas, também, perscruta nossas motivações. Em face do exposto, devemos também clamar: “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada”.

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

Billy Graham revela “o grande mal do mundo”


O maior problema que o mundo enfrenta hoje não é o Estado Islâmico, nem o aborto e tampouco a agenda gay. Para Billy Graham, a raiz por trás de todos é a mesma: o coração humano.
Em um texto publicado no seu site pessoal, o renomado evangelista respondeu à pergunta de um leitor que desejava saber a opinião de Graham sobre “qual a maior ameaça do mundo na atualidade”.
“Nós discutimos sobre isso em nossa classe bíblica na igreja, mas não conseguimos chegar a uma conclusão”, disse o internauta. Fiel ao estilo que marcou sua trajetória, Billy Graham, 93 anos, citou vários textos bíblicos para afirmar: “O maior problema que o mundo enfrenta hoje é o mesmo que sempre foi: o coração humano. A Bíblia diz sem rodeios: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? (Jeremias 17: 9)”.
O evangelista fez então uma proposta: “Pense por um minuto como seria caso pudéssemos nos livrar de nosso orgulho e egoísmo. Teríamos um mundo perfeito. Poderíamos viver em harmonia uns com os outros, e não haveria mais conflitos ou guerras. O ódio e a inveja iriam acabar. Viveríamos motivados por amor, compaixão e respeito mútuo”.
Assegurou que, como isso não acontece fica claro que ainda estamos longe de viver “o mundo perfeito que a Bíblia promete: ‘uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerrear (Isaías 2:4)’”.
Famoso por usar o bordão “a Bíblia diz” em suas cruzadas, Billy diz que as advertências todas estão nas Escrituras. “Terrorismo, violência, crime, drogas, corrupção, relações quebradas, a lista é quase infinita”, asseverou. Emendou falando sobre o coração, numa citação de Tiago 4: 1: “De onde vêm as guerras e contendas que há entre vocês? Não vêm das paixões que guerreiam dentro de vocês?”.
Do alto de sua experiência de décadas no ministério, faz uma exortação em tom pastoral, lembrando que “Nossa maior necessidade hoje é o que sempre foi: se voltar para Deus para o perdão e uma nova vida que precisamos”. Finalizou dizendo que isso só é possível porque Jesus Cristo deu a Sua vida por nós”. Ele entende que a ideia de paz plena no planeta Terra é ilusória, mas a promessa de Jesus é verdadeira para os seus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (João 14:27).

Fonte: gospelprime

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Convite Consagração Pastoral


Paz para enfrentar os momentos decisivos da vida

O mundo está atormentado por muitos flagelos. O terrorismo internacional fragiliza as nações mais poderosas da terra. O vazio existencial empurra muitas pessoas para o suicídio. O avanço das drogas letais, por mais firme que seja a repressão, cresce no mundo inteiro, deixando tantas pessoas prisioneiras do vício e do tráfico. Há um gemido represado nos corações. Há uma dor que lateja na alma. Há lágrimas copiosas que toldam as alegrias da vida.
Há momentos em que a doença surra o nosso corpo e a morte nos mostra a sua carranca. Nessas horas decisivas, muitos se desesperam; outros, porém, desfrutam de uma paz que excede todo o entendimento. Uma pergunta se impõe nesse cenário cinzento e nesses momentos decisivos: É possível experimentar a verdadeira paz? Nossa resposta é um sonoro SIM. Elenco, abaixo, duas situações dramáticas vividas pelo apóstolo Paulo, o maior bandeirante do Cristianismo, onde ele compartilha seus sentimentos tanto diante da enfermidade como na hora da morte.
Em primeiro lugar, a paz para enfrentar a enfermidade. “Então, ele me disse: A minha graça te basta; porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza…” (2Co 12.9). A enfermidade enfraquece nosso corpo e dobra nosso espírito. Provoca sofrimento físico e golpeia nosso orgulho. O apóstolo Paulo ficou doente quando fazia sua primeira viagem missionária (Gl 4.13-15). Chamou essa doença de espinho na carne (2Co 12.7). Essa enfermidade trouxe-lhe atroz sofrimento. Ao mesmo tempo que Deus usou sua enfermidade para torná-lo humilde, Satanás usou-a para lhe esbofetear. Paulo, então, rogou a Deus três vezes para remover o espinho de sua carne, mas Deus, em vez de curar sua enfermidade, deu-lhe graça para suportá-la, dizendo-lhe que seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. A enfermidade de Paulo tornou-o completamente dependente de Deus. Impediu que ele se ensoberbecesse diante da grandeza das revelações. Mesmo acicatado por esses espinhos pontiagudos, manteve-se resoluto em seu ministério, levando a boa nova do evangelho aos mais longínquos rincões do império. O mesmo Deus que cura é também aquele que consola. O mesmo Deus que permite a enfermidade é também aquele que a instrumentaliza para o nosso bem. O mesmo Deus que coloca seu tesouro em um frágil vaso de barro é também aquele que traz glória ao seu santo nome, pelo nosso santificado sofrimento.
Em segundo lugar, a paz na hora da morte. “Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado” (2Tm 4.6). Voltaire, um filósofo ateu, que escarneceu do Cristianismo, morreu em grande agonia e desespero. O apóstolo Paulo, que proclamou a fé cristã nas diversas províncias do império romano, demonstrou profunda serenidade diante da morte. Mesmo sabendo que caminharia de uma masmorra úmida e fria para o patíbulo da morte, disse: “Já estou sendo oferecido por libação e o tempo da minha partida é chegada”. Paulo entende que não é Roma que vai lhe matar, mas é ele quem vai se entregar. Não vai se entregar a César, pois é prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Vai oferecer-se a Deus como uma oferta de libação. Paulo não está com medo de morrer, porque sabe em quem tem crido e sabe para onde está indo. Em vez de usar o termo “morte” para o desfecho de sua vida, usa a palavra “partida” e isso por três razões. Primeiro, “partida” significa tirar o fardo das costas de alguém. Morrer para um crente é descansar de suas fadigas. Segundo, “partida” significa desatar um bote do tronco e atravessar o rio. Morrer para um crente é fazer sua última viagem rumo à Pátria celestial. Terceiro, “partida” significa afrouxar as estacas de uma barraca, levantar acampamento e ir para sua casa permanente. Morrer para um crente é mudar de endereço; é ir para a casa do Pai.
E Você, tem desfrutado essa paz? Agora mesmo você pode apropriar-se dela em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Nele temos paz com Deus e a paz de Deus.

Fonte: hernandesdiaslopes.com.br

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