NOSSA MISSÃO: “Anunciar o Evangelho do Senhor Jesus à todos, transformando-os em soldados de Cristo, através de Sua Palavra.”

Versículo do Dia

Versículo do Dia Por Gospel+ - Biblia Online

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Delegado ilheense participa de curso da SWAT

Larocca participou de curso na Swat.
O delegado de Polícia Civil Marcos Larocca participou de curso de aperfeiçoamento na Swat, na Flórida, Estados Unidos. O curso na polícia especializada norte-americana teve duração de 40 horas.
O delegado pôde aperfeiçoar técnicas de participação em operações táticas avanças em nível III, extração em veículos, planejamento operacional, dentre outros.
O curso, enfatiza o policial, foi investimento próprio. Larocca é ilheense e delegado lotado em Itapetinga, no centro sul-baiano.

Fonte: pimenta.blog

Jean Wyllys diz que maioria evangélica no Brasil poderá “restringir liberdades étnicas, religiosas e sexuais”

Jean Wyllys diz que maioria evangélica no Brasil poderá “restringir liberdades étnicas, religiosas e sexuais”
O ativista gay e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) voltou a falar que teme os representantes dos evangélicos na política tornem o Brasil um país hostil às minorias.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, Wyllys – que foi apresentado como um ex-BBB – afirmou que o Brasil é “uma nação homofóbica”, e espera “ver maior radicalismo e violência como duas das forças que virão à tona” no Brasil em 2014, referindo-se à promessa de protestos populares.
“As pessoas querem mais do que comida e mais do que o mercado consumidor, querem transparência na política, transparência nos gastos públicos, menos corrupção entre o Estado e o setor privado, e eles querem mais participação no sistema político”, observou o deputado, antes de relacionar a insatisfação popular com sua agenda pessoal: “Meu medo é que o Brasil venha se tornar uma república teocrática”, afirmou.
Segundo Wyllys, existe a possibilidade de que, num futuro em que os evangélicos se tornem maioria no país, um suposto preconceito contra os que não são adeptos às suas doutrinas venha à tona: “Estou preocupado que eles poderiam restringir as liberdades de minorias étnicas, religiosas e sexuais”, afirmou o deputado, sem especificar quais seriam as “minorias étnicas”, uma vez que o Brasil – assim como os fiéis evangélicos – é formado por uma miscigenação de etnias.
O deputado ainda afirmou que só não é vítima de preconceito público por parte de seus colegas no legislativo porque ele se impõe: “Há muitos senadores e deputados que são homofóbicos. Mas eles não têm a coragem de me discriminar abertamente, porque eles sabem que eu estou preparado para me defender contra a discriminação. Minha imagem exige respeito”, disse.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Qualquer reforma policial carece de apoio dos policiais

Polícia de Los Angeles: no processo de reforma vivido nos últimos anos, a relação com policiais e sindicatos foi central.
Polícia de Los Angeles: no processo de reforma vivido nos últimos anos, a relação com policiais e sindicatos foi central.
Ao que parece, toda intenção de mudança estrutural nas polícias só consegue seguimento com diálogo e negociação com os vários setores policiais. Os condutores da institucionalidade na segurança pública podem ser aliados ou opositores substanciais às modificações corporativas, pois “com conhecimento de causa” podem manifestar-se contra e até boicotar processos reformistas.
Nesse contexto, quais são os elementos que podem garantir o apoio da tropa?
Despreocupados e militantes
Grande parte dos policiais não estão necessariamente inteirados do que determinadas mudanças estruturais representam. Há muitos casos de policiais que atuam exemplarmente na operacionalidade, são orgulhosos do seu ofício, norteiam suas ações pela legalidade mas não se ocupam das discussões teórico-estruturais que podem influenciar seu trabalho de maneira direta ou indireta. Aliás, essa parece ser a maioria da população, em qualquer atividade: dedicam-se às suas questões sem discutir muito sobre elas. Com os policiais não é diferente.
Por outro lado, há uma parcela da tropa que está atenta a qualquer mínima possibilidade de mudança em sua instituição. Policiais que escrevem, pensam e debatem o contexto institucional a que pertencem. Alguns chegam a participar de organizações acadêmicas e/ou classistas visando fomentar essas mudanças.
Temos, então, dois “grupos” – não rígidos e certamente cheios de exceções e combinações – que possuem complexidades distintas no processo de convencimento para o apoio a transições corporativas.
Conservadores e reformistas
De maneira geral, a atitude conservadora pressupõe a satisfação ou preferência pelo status vigente, combinado ou não com a descrença nas propostas de transformação que surgem. Ao contrário, os reformistas demonstram insatisfação, e creem na possibilidade de mudança através de certas medidas.
Temos então policiais desinteressados no debate aprofundado e outros militantes e atentos a propostas e debates sobre mudanças. Temos aqueles que estão agradados com o status quo em contraposição a quem não está satisfeito. Por fim, há quem acredita em determinadas propostas de reforma e há quem não acredita.
Como “ganhar” a tropa?
Ao tentar conquistar o apoio de policiais uma medida é fundamental: acrescentar a qualquer conjunto de reformas a devida valorização e respeito aos direitos dos policiais. Obviamente, é possível que haja policiais já satisfeitos em relação a essas questões, e nesse caso (difícil de ver no Brasil), será mais difícil usar esse “argumento”.
Além do essencial cuidado com as dificuldades vividas pelos profissionais de segurança pública é preciso debater ponto a ponto o que se propõe, demonstrar sua viabilidade, incluir e conquistar cada homem e mulher que operam as polícias no dia-a-dia. Nesse sentido, associações e sindicatos de classe podem ser grandes aliados.
***
Vejo no Brasil conservadores e reformistas (policiais e não policiais) ressentidos e fechados ao debate, ignorando a capacidade dos policiais de se firmarem contra ou a favor de medidas reformistas. Se estamos iniciando um processo de evolução estrutural das nossas polícias é fundamental abrir os ouvidos, apurar os argumentos e dialogar com os policiais. Se as polícias são os centros do que se chama de sistema de segurança pública, os policiais são os centros dessas estruturas. Sem eles (nós), nada feito.

Fonte: abordagem policial

Papa Francisco propõe união entre diferentes tradições cristãs e pede ajuda a Deus para superar “nossas divisões”

Papa Francisco propõe união entre diferentes tradições cristãs e pede ajuda a Deus para superar “nossas divisões”

O papa Francisco externou o desejo de ver os cristãos unidos novamente, superando diferenças históricas e debates teológicos, durante um sermão na basílica de São Paulo, em Roma.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A celebração contava com a presença de líderes ortodoxos, anglicanos e outras tradições cristãs, segundo informações da agência Associated Press.
A proposta de trilhar o caminho da reconciliação, segundo Francisco, surgiu da esperança de curar as divisões existentes há séculos no meio cristão.
O evento era o encerramento de uma semana de reuniões realizadas em Roma durante toda a última semana, e em outras cidades mundo afora, com o objetivo de promover a unidade cristã.
Em seu sermão, Francisco afirmou que as divisões entre os cristãos prejudicam o trabalho de difusão do Evangelho no mundo, e exortou as lideranças presentes a continuarem com humildade “no caminho para a restauração da plena unidade visível”.
No encerramento de sua mensagem, Francisco clamou a Deus por ajuda para superar “os nossos conflitos, nossas divisões e nosso egoísmo”, descritos pelo papa como obstáculos para a unidade.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Ocorrências do 15º Batalhão da Polícia Militar

ITABUNA
1.1 AMEAÇA
Por volta das 8h40 do dia 27/01, uma Guarnição deslocou a Rua Serrinha, bairro Califórnia, de onde conduziu ao CPI NEY ALMEIDA DOS SANTOS, residente em Santa Luzia, o qual estava ameaçando de morte sua irmã GENILDA DO VALE DE SANTANA SANTOS, residente na Rua Serrinha, bairro Califórnia, a guarnição encontrou o acusado embriagado e confirmou a veracidade.

1.2 TENTATIVA DE HOMICÍDIO
Arma de fogo
Por volta das 11h15 do dia 27/01, o CICOM foi informado por populares que havia um indivíduo alvejado por disparos de arma de fogo, no bairro Mangabinha, próximo a Burudanga, uma Guarnição deslocou-se ao local e constatou a veracidade, vítima GABRIEL LEITE SERRANO, 19 ANOS, residente na Rua Bento Gonçalves, 166, Mangabinha, encaminhado por populares ao HBLEM, alvejado nas costas, autor desconhecido.

1.3 CONDUÇÃO DE MENOR INFRATOR
Por volta das 13h30 do dia 27/01, uma Guarnição deslocou-se ao Sítio Santo Antonio, bairro Califórnia, após solicitação da vítima JOSÉ RAIMUNDO ARAÚJO DE OLIVEIRA, residente na Rua Nova, 491, Califórnia, que havia três menores no interior de sua propriedade, com um facão, a guarnição localizou os menores W. DE O. A., 18 anos, residente na Rua Particular, 127, Santa Inês, R. R. DE O, 14 nos, residente na Rua Particular, 129, Santa Inês e P. C. O. DE A., 13 anos, residente na Rua S, n.º 10, bairro Monte Cristo, os quais foram apresentados no CPI.

FONTE: Centro Integrado de Comunicações

Ubiraci Barbosa da Silva – Ten Cel PM
Comandante da OPM

Papa Francisco estampa a capa de revista de Rock

Responsável por iniciar reformas no Vaticano e reverenciado por sua bondade e humildade, o primeiro pontífice latino-americano voltou a ganhar os holofotes ao estampar a capa de uma das mais prestigiadas revistas culturais norte-americanas: a Rolling Stone. Famosa por estampar em sua capa celebridades como Robert Downey Jr., Mick Jagger, Bob Dylan, Michael Jackson e Justin Timberlake, a revista apresentou nesta terça-feira a capa da edição de fevereiro, que trará um perfil de Jorge Mario Bergoglio - o papa Francisco. Esta não é a primeira vez que Francisco ganha destaque na capa de publicações não religiosas. Em 2013, o papa já havia figurado a capa da revista 'Times' americana, que o elegeu a "Personalidade do ano". Outro periódico a exaltar as qualidades de Bergoglio e elegê-lo "Homem do Ano" foi a revista 'The Advocate', voltada ao público gay. (EM)

R. R. Soares e Bradesco oferecem cartão de crédito

A Igreja Internacional da Graça de Deus e o Bradesco buscam clientes e fiéis. De acordo com anúncio no site do banco, o cartão de pagamento oferecido na parceria permite, ao mesmo tempo, fazer pagamentos em até 40 dias, sem juros, e financiar parte das despesas da instituição religiosa liderada pelo comunicador R. R. Soares. "Com o Cartão da Igreja da Graça de Deus Bradesco Visa Nacional, você ajuda a fortalecer as obras missionárias", diz o anúncio. Essa ajuda vem por meio de fatia das anuidades pagas pelo uso do meio de pagamento, de R$ 151,20, para o titular, e de R$ 75,60, para cartões adicionais. Embora o cartão seja aceito só no Brasil, a igreja está presente em pelo menos outros 11 países. Mas essa não é a única maneira encontrada pela Igreja Internacional da Graça de Deus para facilitar a arrecadação de dinheiro. Pagamentos de dízimos podem ser feitos pelos "patrocinadores" - como se refere aos seus colaboradores - com cartões de crédito e débito e por boleto e depósito bancários. Por meio de nota, o Bradesco diz que "o objetivo é oferecer ao cliente a opção de adquirir um cartão de uma entidade que ele se identifique". E, embora o cartão tenha sido criado há cinco anos, como afirma o banco, foi apenas nesta terça-feira, 28, que alguns internautas se deram conta da nova opção. (Estadão)

domingo, 26 de janeiro de 2014

Propósitos do coração

Esdras foi um grande líder de Israel que se dedicou ao ensino da Palavra de Deus depois do cativeiro babilônico. Setenta anos de escravidão haviam se passado. Dias tormentosos e angustiantes sobrevieram sobre a nação. Morte, fome, opressão e desespero tomaram conta daqueles que foram arrancados de suas famílias e lançados fora da sua terra. Por intervenção divina o povo voltou à sua terra. Os grilhões foram quebrados. O cativeiro acabou. A liberdade despontou como o sol no horizonte. Como o povo deveria viver nesse novo tempo? Quais seriam as bases sobre as quais a nova geração deveria erguer os seus valores?
É no meio da crise que surge o grande líder Esdras. Dos escombros da desesperança ergueu-se essa coluna de encorajamento. No capítulo sete, versículo dez, Esdras fala sobre três propósitos do coração de um líder comprometido com Deus e com o seu povo:
1. Ele dispôs o seu coração para conhecer a Palavra de Deus – Esdras era um estudioso das Escrituras. Ele examinava meticulosamente a Palavra de Deus. Ele mergulhava nas águas profundas das mais sublimes revelações emanadas do trono de Deus. Diz o texto que Esdras tinha disposto o coração para conhecer a Palavra. Precisamos de líderes que conheçam a Palavra de Deus e o Deus da Palavra. Vivemos um tempo de grande apostasia, de surgimento de novidades estranhas às Escrituras, que têm encontrado guarida no coração de muitos crentes. Estamos vendo o povo errante, buscando avidamente as últimas novidades no mercado da fé, correndo atrás de experiências místicas, de milagres arrebatadores. Muitas igrejas deixaram de lado o estudo criterioso das Escrituras, para ouvir as vozes confusas do coração humano cheio de engano. Estamos vendo o surgimento de uma geração analfabeta da Bíblia. Quando falta o ensino fiel das Escrituras, o povo cai nas malhas de um experiencialismo heterodoxo, desviando-se das veredas da verdade.
2. Ele dispôs o seu coração para viver a Palavra de Deus – Esdras não era apenas um estudioso da Bíblia. Ele não era um teólogo de gabinete, um catedrático que blasonava do alto de um púlpito mensagens moralistas para o povo. Ele vivia o que pregava. Sua vida era coerente. Ele não era um teórico. Ele praticava o que transmitia ao povo. Sua vida era um exemplo e um paradigma para os seus ouvintes. Esdras dispôs o seu coração para viver a Palavra. Vivemos hoje uma profunda crise moral em nossa nação. Aqueles que lideram o nosso povo, com raras exceções, são sérios no discurso, mas claudicantes na conduta. Há um abismo entre o que as pessoas falam e o que elas fazem. Essa mesma crise ética tem atingido a igreja. Há um hiato entre o que os crentes pregam e o que eles vivem. Há um divórcio entre a profissão de fé e a prática. Muitos são ortodoxos, mas não são ortopráticos. Não basta conhecer, é preciso viver. Não basta ser intelectual, é preciso ser ético. Não basta conhecer Bíblia, é preciso ser piedoso.
3. Ele dispôs o seu coração para ensinar a Palavra de Deus – Esdras segue uma linha de coerência. Primeiro, ele estuda a Palavra. Depois, ele aplica essa Palavra à sua própria vida. Então, ele está apto para ensiná-la aos outros. Ele não retém a verdade de Deus apenas para si. Ele não sonega ao povo as insondáveis riquezas da Palavra de Deus. Do seu coração transborda a Palavra. Dos seus lábios jorram os mananciais do céu. Sua vida é um vaso útil, preparado para toda boa obra. Esdras dispôs o seu coração para ensinar a Palavra de Deus ao povo. Precisamos de líderes que amem as Escrituras, que amem o povo de Deus e busquem ensinar com profundidade e fidelidade todo o conselho de Deus.
Rev. Hernandes Dias Lopes.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Louvor que liberta ou o Deus que liberta através do louvor?

O louvor é a proclamação das virtudes divinas através da música. O louvor é a exaltação que os anjos e os homens remidos prestam a Deus. O louvor a Deus é o propósito para o qual todas as coisas foram criadas. O universo inteiro celebra louvor ao Deus criador. Na consumação dos séculos, quando as cortinas da história se fecharem, todos os seres viventes no céu, na terra e debaixo da terra renderão louvor ao Deus soberano e ao Cordeiro que foi morto, mas está vivo pelo século dos séculos.
O louvor é uma ordenança divina ao seu povo. O louvor deve ser oferecido a Deus com alegria, com vida santa, no poder do Espírito. O louvor deve ser motivado por Deus, oferecido a Deus, de acordo com a Palavra de Deus. Deus gosta do louvor, porque ele habita no meio dos louvores e fica-lhe bem o cântico de louvor. O trono de Deus está cercado do louvor dos serafins. O céu será para sempre o palco da mais excelsa manifestação de louvor dos remidos. O louvor, desde agora, porém, traz para a igreja libertação, entusiasmo, restauração, cura, quebrantamento; além, de produzir impacto no coração dos pecadores, levando-os a confiar no Senhor.
Contudo, é preciso ressaltar que não é o louvor em si mesmo que liberta, é Deus quem liberta através do louvor. O louvor é apenas o instrumento, Deus é quem é o agente libertador. A cura não vem da terra, mas do céu; não é obra do homem, é operação de Deus. Quando Judá, no reinado de Josafá, foi ameaçado por inimigos insolentes, em vez de reforçar seus recursos bélicos, começou a cantar e a dar louvores a Deus. O resultado é que o inimigo foi desbaratado. Mas não foi o louvor que derrotou o inimigo, mas Deus através do louvor. O louvor aciona a mão do Deus onipotente. Quando Paulo e Silas estavam presos em Filipos, à meia noite cantaram louvores a Deus e, um terremoto abalou a cadeia e abriu as portas da prisão. O terremoto não foi produzido pelo louvor, mas por Deus através do louvor. O louvor demonstra uma confiança inabalável no Deus que age miraculosamente, a despeito das circunstâncias adversas. O louvor toma posse da vitória antecipadamente. O louvor não é apenas resultado da vitória, mas a sua causa. O louvor é o brado de triunfo não apenas depois da conquista, mas no próprio fragor da luta, pois o louvor da igreja embora aconteça na terra, seus resultados vêm do céu; embora flua dos lábios dos santos, seus efeitos jorram do trono de Deus. Ao afirmarmos que não é o louvor que liberta, mas Deus que liberta através do louvor, não estamos subestimando o louvor, mas dando toda a glória a Deus!
Rev. Hernandes Dias Lopes.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Fome de Deus

John Piper definiu jejum como fome de Deus. Nossa maior necessidade não são das bênçãos de Deus, mas do Deus das bênçãos. Nossa alma tem fome e sede de Deus. Deus colocou a eternidade em nosso coração. Só o Deus eterno pode dar pleno significado à nossa vida e satisfazer a nossa alma. Ambos, comer e jejuar devem ser feitos para a glória de Deus (1 Co 10:31). O comer lembra-nos os dons de Deus, o jejuar lembra-nos o Deus doador. Jejum é privar-nos do pão da terra, para alimentar-nos com o pão do céu. Quando nós comemos, nós testamos o emblema do alimento celestial, o Pão da Vida. E quando nós jejuamos, nós dizemos, “Eu amo a realidade acima do emblema.”
O maior inimigo da fome de Deus não é veneno, mas uma torta de maça. Muitas vezes, o que nos priva da fome de Deus não é o veneno do mal, mas os simples prazeres da terra (Lc 8:14; Mc 4:19). “Os prazeres desta vida” e “os desejos por outras coisas” – não são necessariamente coisas más em si mesmas. Não são vícios. São dons de Deus. Essas coisas podem ser a nossa refeição básica, leitura, viagens, negócios, televisão, Internet, compras, exercícios, esportes, e casamento. Todas essas coisas boas em si mesmas podem ser mortais substitutos de Deus para a nossa alma. Coisas boas podem fazer grandes estragos em nossa vida espiritual. Bois, campos e casamento podem manter você fora do Reino dos céus (Lc 14:17-20). Nada deve se interpor no caminho do verdadeiro discipulado, nem coisas más, nem coisas boas, nem alimento, nem qualquer outra coisa.
Nosso amor por Deus é provado não apenas por palavras, mas sobretudo, pelo sacrifício. Realmente temos fome por Deus? Sentimos saudade de Deus? Ou temos começado a estar contentes apenas com os seus dons? Richard Foster diz que mais do que qualquer outra disciplina, o jejum revela as coisas que nos controlam. O jejum revela a medida do domínio do alimento, da televisão, do computador, ou qualquer outra coisa sobre nós, que sempre e sempre está aplacando a nossa fome de Deus.
Quanto mais profundamente nós andamos com Cristo, mais fome de Cristo nós sentimos, mais saudade do céu nós sentimos, mais desejo da plenitude de Deus nós temos. Quanto mais jejuamos, mais sentimos o sabor do pão céu, mais desejamos o domínio do céu sobre a nossa vida na terra, mais desejamos que o Reino de Deus seja estabelecido em nosso coração. Se nós não estamos sentindo intenso desejo da manifestação da glória de Deus em nossa vida, não é porque nós já temos bebido o suficiente das fontes de Deus, mas porque estamos nos alimentando apenas das mesas do mundo. É tempo de jejuar! O jejum é o maná do céu para a nossa alma. Através dele humilhamo-nos diante do trono do Deus vivo. Através dele voltamo-nos de coração para o Senhor. Através dele somos fortalecidos com poder. Através dele podemos ver a restauração e o despertamento da nossa igreja. Através dele participamos dos banquetes de Deus e saboreamos as doces iguarias do céu!
Rev. Hernandes Dias Lopes.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Perdido dentro da igreja

O texto de Lucas 15.25-32, fala sobre o irmão do filho pródigo. Ele aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões:
1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) – Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.
2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30) – O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora.
3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) – Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. Muitos também, estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa.
4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31) – Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração.
O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro, ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido.
Rev. Hernandes Dias Lopes.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Quadros (Leitura Bíblica: Lucas 15.11-32)

Este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado. E começaram a festejar o seu regresso (Lc 15.24).

A relação de Jesus com os pecadores não estava agradando os líderes religiosos de sua época. Isso acontecia porque muitos deles se achavam justos diante de Deus, e por isso não poderiam ter contato com pecadores. No texto da leitura de hoje temos a conhecida parábola do filho pródigo, que também poderia receber o título de “a história do pai amoroso”. Nela Jesus pinta dois quadros: a condição do filho mais novo e a do mais velho. No primeiro quadro – do filho mais novo – Jesus expõe uma figura que no mínimo gerava repulsa em seus ouvintes: um gastador, rebelde, imoral e impuro que, para completar esse quadro ruim, ainda desejou comer ração de porco.

O segundo quadro, agora do filho mais velho, trata de um rapaz obediente que não gastou os bens de seu pai com prostitutas. No entanto, a história de Jesus guarda uma grande surpresa: o filho mais novo se arrepende e decide voltar para casa. Começa então a pintura de novos quadros. No primeiro Jesus retrata a feliz condição do filho mais novo: perdoado e aceito por seu pai, ganhou roupas novas, um anel no dedo indicando que ele era novamente filho, e de quebra ainda ganhou uma grande festa para comemorar seu regresso. No segundo quadro, a triste condição do filho mais velho: orgulhoso, não aceitava a festa para o seu irmão, não gostou do fato de ele ter voltado, e mesmo com grande esforço de seu pai, não perdoa seu irmão. Sempre esteve na casa do pai, mas nunca teve um relacionamento com ele porque se achava justo por si mesmo.

Essa parábola foi contada exatamente por causa do filho mais velho, pois era orgulhoso e não sabia perdoar, e ambos precisavam da graça do pai. A festa representa a graça de Deus sobre a nossa vida e todos estamos convidados a participar dela. – CMW
 
Não deixe o seu orgulho excluir você

Ladrões assaltam van, policial reage e um suspeito é baleado


Cinco homens assaltaram uma van de transporte no início da noite desta terça-feira (21), por volta das 18h, na avenida Pinto de Aguiar. De acordo com a assessoria da Polícia Militar, dentro do veículo estava um sargento reformado da PM que teve a arma roubada ao tentar reagir.Um policial civil, que estava fora da van, presenciou o assalto e reagiu contra o grupo. Houve troca de tiros e, durante os disparos, um dos assaltantes foi baleado na altura da cintura e encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE).Os outros suspeitos conseguiram fugir, mas bateram a van e foram presos no Viaduto Dona Canô. Com eles foi recuperado o revólver calibre 38, do sargento da PM.Os assaltantes foram identificados como Gabriel Rocha Pereira, Gerson Nascimento Barbosa, Marcos de Assis dos Santos, Washington Reis da Silva - um deles ainda não foi identificado.A ocorrência foi registrada na 12ª delegacia (Itapuã).

Convertido, ex-comandante do tráfico se torna pastor e grava DVD de música gospel na prisão

Convertido, ex-comandante do tráfico se torna pastor e grava DVD de música gospel na prisão

Um ex-comandante do tráfico de drogas no Amazonas se converteu na prisão e se tornou pastor evangélico e cantor gospel. Se a história parece comum a muitos testemunhos contados Brasil afora, José Eduardo Marques tratou de ir além e gravou seu quinto DVD na prisão.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Aos 40 anos de idade, o antigo “xerife” do narcotráfico no Amazonas gravou o DVD na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), com a presença de 400 detentos e 200 familiares dos presos, além de autoridades, como o secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Louismar de Matos Bonates, e do diretor da unidade prisional, Enderson Passos Navegante.
“Hoje eu sei o que um pai sente quando perde um filho, eu sei o que é vender drogas para uma criança. Hoje eu vejo a desgraça que eu fazia na vida dos outros”, disse o pastor Marques. “Podem se aproximar meus irmãos, não tenham medo, antigamente nós aparecíamos na televisão sendo humilhados, agora vamos aparecer louvando a Deus, como homens novos”, acrescentou.
Durante o evento, o pastor relembrou seu passado e exaltou o talento dos colegas de prisão para tocar forró: “Essa é minha sétima cadeia e é a primeira vez que eu vejo um secretário entrar aqui no Puraquequara. Eu ia trazer uma banda pra tocar comigo, mas aqui dentro nós temos muitos talentos e que agora vão tocar para glorificar o nome de Deus”, disse.
Ciente de que a sociedade tem ressalvas para com condenados reincidentes, o pastor usou a Bíblia para falar de sua transformação: “Sei que muitos ainda não acreditam na minha conversão, mas eu não preciso provar nada para o homem, mas sim para Deus. Quero sair daqui e dar meu testemunho de vida, pois acredito que vai salvar muita gente [...] ‘Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo’”, disse José Eduardo Marques, citando Hebreus 13:3.
O diretor da unidade afirmou que durante o ano em que está à frente da unidade prisional, já notou que as atividades religiosas ajudam a manter o bom comportamento dos presos: “Essas atividades ajudam a manter a paz e o bom comportamento dos detentos. Aqui nós recebemos pastores, padres, pastoral carcerária e eles fazem a opção do que seguir. Trazer a palavra de Deus é sempre bom”, disse Enderson Passos Navegante ao jornal A Crítica.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Buerarema: Comandante da Força Nacional foi mudado

O comandante da Força Nacional de Segurança em Buerarema foi substituído, após autorizar que oito homens fizessem a segurança de uma partida de futebol amador no município. A “pelada” foi disputada em 5 de janeiro, envolvendo as equipes Apolo 11 e Força Jovem. Segundo o jornal A Região, o Ministério da Justiça confirmou a substituição do comandante da Força Nacional em Buerarema mas, alegando questões de segurança, não divulgou o nomes dos policiais. Tropas da Força Nacional chegaram a Buerarema em agosto do ano passado, após onda de invasões de "indígenas" e protestos promovidos por agricultores. Nos últimos meses, foram registrados tumultos, invasões a prédios públicos, saques à central da Cesta do Povo e interdições frequentes da BR-101 no município. A Força Nacional atua, junto com a polícia federal, na área de mais de 47 mil hectares reivindicada por "índios" autodeclarados tupinambás. As terras ficam nos municípios de Una, Ilhéus e Buerarema.

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